Contos Eróticos: Gay, Lésbica e Hétero. romance Capítulo 31

Meu nome é João e esse é o meu conto.

Eu sou casado com um homem mais velho faz dois anos, muitas pessoas me julgam por eu ser bem novo, ele tem quarenta e eu tenho vinte e um anos e faço faculdade, muitos me olham estranho quando eu digo que sou casado, mas eu nem ligo para isso.

Eu amo o meu marido e sempre vou continuar amando.

****

19:00 ― Casa do João. ― Bahia.

Soltei um suspiro ao ver que eu realmente não estou conseguindo fazer esses cálculos de matemática, eu realmente odeio matemática.

― Que merda!!!

Acho que o Vitor está no seu escritório trabalhando, posso pedir ajuda dele nessa questão. Peguei as minhas coisas e fui saindo do quarto vestindo simplesmente uma bermuda preta e nem estou usando cueca, porque eu odeio dormir com elas, me apertam demais.

Dou duas batidas na porta do seu escritório e escuto um entre, abri a porta e o vejo assinando alguns papéis.

― Amor? ― Chamei a sua atenção e o mesmo me encarou. ― Pode me ajudar rapidinho com essa questão de matemática?

Ele me olhou dos pés à cabeça.

― Venha.

Me aproximei dele.

― Qual é a sua dúvida?

― Álgebra! ― Gemi triste o fazendo rir.

― Isso é fácil, amor.

O mesmo começou a me explicar e tudo que entrava, saía pelo outro ouvido.

― Entendi porra nenhuma. ― O mesmo deu um tapa na minha coxa. ― Aí! Porque me bateu!?

― Olha a boca pobre! ― Revirei os olhos por isso. ― Revirou os olhos para mim, João!!?

Engoli seco pela sua expressão.

― N-Não. ― Falei com dificuldade.

O mesmo me puxou fazendo eu ficar de bruços em seu colo.

― O-O que vai fazer, amor!!?

― Vou dá umas boas palmadas nessa sua bunda, para você aprender a se controlar.

Fiquei um pouco envergonhado quando ele puxou a minha bermuda para baixo e viu que eu estou sem cueca.

― Parece um puto andando assim dentro de casa! ― Falou bravo.

― M-M-Mas não tem ninguém para ver... AÍ!! ― Gemi de dor quando ele bateu com força na minha bunda.

― Calado!!

O mesmo voltou a bater no mesmo lugar arrancando gemidos de dor de mim.

― Vai voltar falar palavrão!!? ― Perguntou e deu outra tapa.

― N-N-Não... Por favor, amor!

Ele realmente odeia quando eu falo palavrão perto dele, então sempre sou punido assim e depois um sexo bem selvagem.

E ele tem um fetiche bem estranho, ele gosta de ser chamado de papai na hora do sexo.

Sinto sua mão acariciar minha bunda e passar o polegar em meu cu e isso me fez gemer.

― Já está com o seu cuzinho piscando assim, amor? Você realmente gosta de apanhar né? ― Ele bateu outra vez na minha bunda, gemi alto com isso.

― N-N-Não!

― Sabe, faz duas semanas que não temos sexo e eu estou com muita vontade de te foder, o que acha?

Mordi os lábios com isso e gemi manhoso quando o mesmo inseriu um dedo dentro do meu cu.

― Me diga, amor. Quer fazer sexo selvagem agora!?

― S-Sim.

O mesmo me colocou de pernas abertas em cima da mesa, gemi alto quando segurou o meu pau e começou a masturbar.

― Oh, amor! N-Não para! ― Segurei a sua mão querendo que ele continue.

O mesmo se abaixou e lambeu a cabeça do meu pau.

― Ahhh!! Papai!!

Segurei os seus cabelos e comecei a rebolar na sua cara querendo mais contato.

― Ohh!! ― Segurei a sua mão e rebolei o meu quadril.

O mesmo se afastou e lambeu os lábios.

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