A Escrava Odiada do Rei Alfa romance Capítulo 286

QUARTO PARA O ÚLTIMO EPISODIO; Parte 2

Nome: Decisões de uma vida.

E então ele fez tudo ainda mais intenso, agarrando as ancas dela e as inclinando, indo ainda mais fundo, tirando palavras sem som dela, até que ela pôde senti-lo por toda a parte.

“Minha amada senhorita…” Sua respiração estava ríspida, sua pele brilhava com suor, o olhar selvagem em seu rosto mexia com ela, fazendo o desejo dela ainda mais intenso.

E quando ele começou a se mexer, tirando e colocando de novo, com força e fundo, e com uma intenção feroz, aumentava ainda mais o clímax, que já era intenso.

“Callan,” ela sussurrou irregular. “Ai meu Deus…”

Ele ficou calado, mas o seu olhar era selvagem como se ele estivesse determinador a acabar com ela, a arma dela, a destruir ela, e nada iria fazê-lo parar.

Ele começou a enfiar com mais força, e ela começou a se arquear para ele, se mexendo junto a ele, as unhas dela cavavam os firmes músculos dos ombros dele. Saboreando o deslize liso de sua grossa masculinidade dentro do corpo dela.

Sons escapavam dela, barulhos animalescos de prazer a dominavam completamente com aquela dor dentro dela. Era uma dor bem apertada—oh, céus—ela sabia que quando soltasse ela iria explodir.

Ela estava balbuciando, ela podia se ouvir, palavras imponentes saiam de sua boca sob a dele corriam juntas em um grande fluxo.

PorfavorCallanohDeusporfavormaisfortemaisrápidofundomeajudeohcéussimporfavormaisforte.

Ela não conseguia se conter, um terremoto começou a dividir ela ao meio. E então ele tirou seus lábios dela e sua mão escorregou entre seus escorregadios, ritmados corpos, seus dedos encontraram novamente sua protuberância sensível, circulando, e pressionando gentilmente enquanto ele metia.

“Goza, Kamara,” ele gemeu, sua voz era quente e firme, a voz de um estranho. “Goze para mim.”

Parecia que seu corpo estava aguardando por aquele comando, a pressão se soltou e ela gritou, sentia como se tivesse sido partida ao meio. “Caaaaaallan!”

Enquanto partes dela se espalhavam pelo ar, ela estava levemente ciente dele se movendo mais rápido, e então veio o som da liberação dele, o rugido gutural ecoou pelo quarto, todo o corpo dele se enrijeceu.

Mas ela não tinha mais forças para nada além de enrolar seus braços nele e o segurar firme. E assim ela o fez.

Ele estava tremendo. Assim como ela também estava.

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Uma hora depois, a princesa adormeceu exaurida. Declan saiu pela porta bem a tempo de ver o rei Lucien usando seu traje cerimonial.

Seu primo o percebeu saindo pela porta, então, o fitou com a sobrancelha levantada.

Sabendo por que ele tinha quele olhar, Declan olhou para o chão, seu rosto estava quase todo vermelho.

“Dormindo com minha pretendida, né?” Rei Lucien disse sem vacilar, “Me pergunto o que o pai dela vai dizer sobre isso.”

Declan bufou, olhando de volta para o quarto para ter certeza de que sua princesa está dormindo bem antes de fechar a porta. “O pai dela que se dane. Eu quero me casar com ela.”

“Acho bom mesmo. Você já consumou pelo que percebi, e metade do reino ouviu.” O rei não estava sorrindo, mas o brilho em seus olhos denunciava que ele estava se divertindo.

Declan ficou cheio de vergonha. Ele limpou sua garganta e mudou de assunto. “Você está todo arrumado.”

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