PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 13

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FLORÊNCIA NARRANDO

Eu tentava dormir mais não conseguia, eu tentava e sempre me vem a memória do que a minha irmã fez com esse homem, eu nem sei de quanto é a dívida dela, e ainda ela some pra ferrar com a minha vida, eu ferrou tudo, ela destruiu a minha vida, ela destruiu todos os meus sonhos, eu não suporto isso, eu não sei o que eu posso fazer, eu estou mal, eu não sei o que posso fazer pra me livrar disso, esse homem é perverso, ele é cruel, ele não me deixa ir embora, eu só quero ir embora para ficar com minha mãezinha, eu quero tanto sair daqui, que tudo que eu sei fazer é chorar. Quando finalmente eu conseguir dormir por alguns minutos eu ouvir alguém dentro do meu quarto e quando eu ia abrir os olhos sentir fortes mãos no meu pulso, e ao me puxar eu fiquei completamente assustada, eu estava toda me tremendo. A Luísa acordou quando ele me puxou e ao ver a situação ficou sem entender, ela se levantou e me olhou, eu estava me tremendo, eu sentia as lágrimas molharem meu rosto.

Luísa: Solta ela Alemão. - ela fala alterada.

Alemão: Cala a boca porra, tu tá na minha casa, porra, cala a boca e some daqui, que meu papo é com essa puta. - ele diz nervoso.

Luísa: Larga a Florência, para de ser um idiota. - ela diz nervosa.

Alemão: Já mandei calar a porra da boca caralho. - ele diz e da um tapa no rosto dela. - Meu papo é com você sua puta, eu quero a porra do meu dinheiro, eu quero que você me pague os 60 mil que você pegou comigo sua desgraçada, ou me paga com seu corpo ou me devolve o meu dinheiro vagabunda. - ele grita comi e me da um soco na barriga, o que me faz gritar de dor, então ele me joga no chão e começa me bater.

Luísa: Covarde desgraçado, seu maldito, se afasta dela. - ela grita e avança nele, então ele para de me bater e começa a socar ela, a mesma grita de dor e começa a chorar, eu já estava jogada no chão me sentindo suja, cheia de dor, chorando muito, e ele continuou a me bater quando soltou ela, ele me dava socos, chutes em todas as parte do meu corpo, ele estava tão descontrolado que a dona Graziela chegou aos gritos.

Graziela: Théo, saia agora daqui, pare de bater nela. - ela grita com ele, e por um segundo ele parou de me bater, eu estava encolhida em posição fetal, ele saiu do meu quarto atordoado, o mesmo estava tão fora de si que eu chorei em silêncio para não fazer ele voltar para me bater de novo, a dona Graziela foi levantou a Luísa e correu até mim, ela me levantou e ela estava com lágrimas nos olhos.

Luísa: A Flor, precisa de ajuda médica tia. - ela diz chorando.

Graziela: Seu primo não vai me deixar levar ela pra lugar nenhum, os vapores lá fora tem ordem de matar ela caso saia daqui de dentro. - ela diz nervosa enquanto ela tenta me ajudar.

Luísa: Não tia, isso não pode acontecer. - diz nervosa.

Graziela: Mas infelizmente é isso, a não ser que chamamos alguém para vim aqui em casa, eu não sei, precisamos de um auxilio. - diz séria. - Me ajude a levar ela pra cama. - ela diz e toca no meu corpo, mas tudo está dolorido demais.

Florência: Por favor, me deixa sozinha aqui no chão, dói muito. - digo e ela ao tentar me ajudar a me levar pra cama, eu acabo gemendo de tanta dor.

Luísa: Não podemos te deixar aqui amiga, esse ogro te machucou muito mais do que me machucou. - ela diz e as lágrimas molham seu rosto.

Florência: Você não devia ter falado nada, ele não tinha feito nada com você. - digo chorando desesperada. - Por minha culpa você se machucou. - digo chorando e elas me ajudam a me por na cama.

Graziela: Culpa tem a sua irmã, que fez merda das grandes e fugiu e deixou você aqui na cova dos lobos. - ela diz e eu choro ainda mais.

Florência: Eu só queria morrer, e me livrar desse tormento. - digo chorando.

Luísa: Não diz isso, porque eu sei que ele vai se arrepender muito, quando sua irmã aparecer por aqui, e você provar pra ele que ele estava errado, e eu espero que ele se arrependa, e você maltrate ele. - diz nervosa, e se senta a meu lado, ela puxa minha cabeça e deita em seu colo.

Graziela: Eu vou resolver ele, eu acho que ele se drogou e por isso fez isso com vocês. - ela fala e sai dali nervosa.

Fiquei com a Luísa por um tempo ali, e começamos a ouvir uma gritaria, e de repente ele entrou no meu quarto de novo e ao entrar ele avançou pra cima de mim, mas a mãe dele foi mais rápida, ela entrou na minha frente, e disse que se ele fosse bater em mim de novo, teria que bater nela primeiro, e eu vi que eu tenho alguém comigo para me proteger, então ele acabou saindo do meu quarto, e saiu da casa também, depois de toda aquela confusão, a Luísa foi se cuidar um pouco, por também está cheia de dores, eu com calma conseguir me levantar e fui ao banheiro, como no banheiro tem uma banheira, eu coloquei água quentinha suficiente, tirei a minha roupa, e acabei entrando na mesma, ao sentir a água quente tocar meu corpo, eu sentir todas as minhas dores, mais aos poucos foi saindo do meu corpo, era como um relaxante muscular, olhei para meus braços estavam cheios de hematomas. Passei um tempo naquela água, até que eu me levantei e sair do banheiro, e ao sair do banheiro, eu fui para o closet, peguei uma roupa folgada e me vestir, eu voltei pra cama e fiquei ali, eu estava com o corpo totalmente destruído e minha alma também estava em pedaços. Se passou 1 mês desde da surra que ele me deu, mas constantemente ele vem me batendo, ele disse que ou eu me deito com ele, ou eu terei que devolver o dinheiro, mas eu não tenho esse dinheiro, eu nunca vi esse dinheiro, tem exatamente 2 meses e uma semana que estou aqui nessa casa, a Luísa tem me ajudado com a dona Graziela, elas tem sido um grande apoio pra mim, outro dia o Alemão veio a meu quarto e até conversou comigo, disse que queria acreditar que eu sou outra pessoa, porém nós mulheres somos todas iguais, isso é o que ele tem em mente.

Luísa: Terra chamando Flor. - ela fala me tirando dos meus pensamentos.

Florência: Oi amiga, o que aconteceu? - pergunto e

Luísa: Não foi nada amiga, apenas eu estou te chamando aqui, e parece que você estava distante. - diz e sorrio

Florência: Talvez eu realmente quisesse está bem longe daqui, talvez eu quisesse realmente está em outro lugar bem distante do seu primo louco. - digo e ela da risada.

Luísa: Sabe o que eu notei? Ele está louco e possesso, tenho certeza que ele ficaria louco se alguém se aproximasse de você. - ela diz e eu reviro os olhos.

Florência: Ele iria mesmo era me matar isso sim, sem contar que você sabe que ele pensa que eu sou a minha irmã, então já sabe que isso tá fora de questionamento. - digo e ela me puxa para fora do

Vamos fazer um pudim, eu tô louca para comer um pudim. - ela diz e dou risada, acabo acompanhando ela, e ao chegamos lá, de repente entra os dois amigos dele ali na cozinha. - O que é que fazem aqui? - ela pergunta séria.

vim comer por aqui, na verdade o Alemão está a caminho, só pediu para vimos logo. - ele diz e me olha, e eu baixo

O Alemão está vindo, só viemos logo porque ele mandou adiantamos vocês. - ele diz

não tem nenhuma empregada aqui. - diz nervosa, e ela vem na minha direção, ela me puxa e vamos para o balcão, ela pega os ingredientes do pudim e traz para o mesmo. - Aqui está. - ela diz e

mão na massa. - digo sorrindo, e o MG se aproxima de mim, enquanto a Luísa vai buscar a vasilha e o

Oi Flor, tudo bem? - ele fala assim que

Não te dei direito de me chamar de Flor. -

po, não fiz nada. - diz e levanta as mãos em sinal

que é que você faz perto da minha amiga? - ela

estava perguntando se ela estava be... - ele é cortado quando o Alemão chega ali e e ver ele muito perto da gente, principalmente