Um CEO e a Chef temperada

Capítulo 125 Presentes de Plínio

Catarina trabalha, pensando porque marcaram uma reunião, quando Aurora falou, não disse o motivo. Quando fecham, ela diz para Madalena e Ana irem na frente, pois elas vão sair depois que fecharem o caixa e fazerem os pedidos. Madalena e Ana chamam Flávio. Terminando Catarina e Aurora seguem para a empresa de Leonardo. Elas vão direto para a sala dele. Leonardo quando vê Catarina, se levanta dizendo. "-Oi Vida, já estava com saudades." Catarina retribui o beijo perguntando. "-Algum problema para marcarem uma reunião?" Ele sorri e diz, "-Desculpe a forma que foi feita, mas já vai entender." Disse indo com ela à sala pequena de reunião. Rafael já está com Plínio e Valdo. Quando elas entram eles se levantam para abraçá-las. "-Desculpe o jeito Catarina, mas foi a forma de Madalena não desconfiar e contar para sua mãe." Plínio explica a ela. Catarina e Aurora se sentam. Plínio então explica toda situação a elas. Catarina fala com ele. "-Bom, como o jantar já está todo preparado, mas com a cerimônia religiosa, podemos mudar a decoração e preparar um altar para vocês." Disse sorrindo. Aurora olha e fala, "-Vocês assustaram a gente, mas a ideia é linda, vamos fazer nosso melhor." Plínio sorri, "-Catarina, não economiza na decoração, sua mãe e Madalena merecem." Ela olha dizendo. "-Com certeza, vamos começar a olhar amanhã mesmo." Plínio, sorrindo se levanta, "-Pronto meninas, agora é com vocês, estão indo pra casa? Posso dar carona." Leonardo chega e abraça ela. "-Esta é minha pai, eu vou levar." Plínio cai na risada. Rafael que já está com Aurora, diz, "-Vou com Leonardo." Valdo sorri e sai com Plínio, os quatro saem logo depois. Dentro do carro, Catarina e Aurora conversam sobre a decoração. Leonardo e Rafael ficam surpresos com a facilidade delas em elaborar rápido a decoração. Chegando em casa, todos estão na mesa esperando por eles. Plínio e Valdo confirmam a data para Alice e Madalena. Plínio comenta. "-O que acham de dar uma volta em minha casa? Podemos fazer por parte, as visitas, pois tem muita coisa a olhar. Elas se olham e falam. "-Pode ser, realmente para olhar tudo, um dia não dá, Leonardo tem pressa de desocupar a casa”. Leonardo explica, “-Teremos até sexta, pois assim que reunimos e todos aprovarem o projeto, já tem uma equipe para derrubar tudo”. Assim eles saem de casa em direção a casa de Plínio. Nana recebe eles com alegria, "-Que bom, já estava preocupada, é muita coisa para empacotar, e não sei o que fazer mais" disse com um largo sorriso. Plínio tranquilo diz, "-Vamos fazer uma divisão, as garotas fazem uma ronda em móveis e nós, que tal olhar os quadros?" Rafael gosta da ideia, Alice olha e fala, '-Mas é tanta coisa, já tenho uma casa completa!”. Nana então sugere, "-Vamos fazer assim, olhamos pelos interesses que tiverem." Elas se olham sem entender. Nana sorri explicando. "-Madalena, o que precisa pra sua casa?" Madalena pensa e diz o que precisa. Nana então olha e fala, "-Isso, cada uma pensa em algo que gostaria, afinal a casa está a disposição como se fosse uma loja, poucas coisas foram usadas, o senhor, quando reformou, comprou tudo e nunca usou, mas mantenho tudo muito bem guardado." Aurora ri e fala, "-Entendi a ideia de Nana, realmente fica fácil, assim não perdemos tempo." Alice pensa, "Bem, gostaria de ver as roupas de cama então, quem sabe, se me agradar um quarto de casal." Nana leva elas em vários quartos, até que Alice se encanta com um, "-Nossa, perfeito para Plínio e eu, amei tudo." Nana então diz, "-Mandarei embalar para vocês, e guardarei muito bem. Agora Madalena e Ana." Assim elas vão olhando e separando o que gostam. Ana fala, "-Nossa, nunca imaginei ter um jogo tão rico em detalhes e beleza." Ana está empolgada com tudo. Madalena é mais conservadora, ela escolhe um jogo mais tradicional." Ana escolhe um bem jovial." Catarina e Aurora só acompanham elas, Nana pergunta se vão escolher. "- Não, Nana, ainda vamos demorar um pouco." Aurora diz. Depois da escolha dos quartos elas vão a parte da casa onde fica todos os jogos de lençóis, cobertas, tudo para os quartos. Elas separam vários jogos, Naná então convida para irem à cozinha. Alice olha e fala, "-Esta é uma parte, que deixo para você Naná, Plínio já me contou que vai continuar conosco. Sou boa em comer, mas no resto, sou um desastre." Todas dão risada de Alice. Ana e Madalena escolhem algumas coisas que gostam, mas Madalena fala, "-Eu gosto de uma cozinha mais caseira, tudo aqui é muito requintado, para mim." Ana concorda, "-Quem pode aproveitar tudo isso é Catarina." Aurora e Catarina que estão afastadas se olham e chegam perto. "-Não te entendi Ana, o que quer dizer?" Catarina pergunta curiosa. Ana sorri e mostra, "-Olha só essas louças Catarina, são um luxo, mesmo as pessoas ricas, usam louças diferentes, não está montando um Buffet? Elas são perfeitas para um casamento, batizados e outros eventos que precisam de chamar atenção. Em um grande casamento, com certeza esses cristais e porcelanas vão valorizar muito o trabalho de vocês." Catarina olha Aurora impressionada com Ana, Plínio e os outros que chegam a tempo de ouvir, olham Leonardo se aproximar dela e dizer. "-Vida, Ana está coberta de razão, eis aí, tudo que precisa, sem precisar alugar ou comprar. Tendo suas louças, não precisaria terceirizar." Catarina olha para ele. "-Ja viu tudo isso? É cristal de verdade, porcelana verdadeira!". Rindo, Leonardo diz. "-Sim, e pode cobrar pelo serviço oferecido." Aurora cai na risada. "-Meu Deus, eles estão certos amiga, com tudo isso seríamos o buffet mais chique da cidade." Catarina ainda demora a cair a ficha. Nana rindo fala, "-Menina, tudo vai ser doado, é justo que seja seu e de Aurora, ainda tem que completar seu negócio." Catarina olha com os olhos arregalados. "-Como assim, completar?" Sorrindo, Nana leva ela na despensa e diz. "Toalhas, as mais lindas e variadas, muitas trabalhadas a mão outras vindo de outros lugares." Aurora e Catarina não acreditam no que vêem, Alice sorri e Plínio diz, "-Mais do que justo, Nana, tudo que possa servir a Catarina, embale e mande entregar no restaurante dela." Catarina e Aurora ficam caladas, elas não conseguem dizer nada. Leonardo abraça e diz. "-Vida, vai encantar suas futuras clientes e pode cobrar um preço justo, elas terão opção de escolha." Catarina começa a rir e chorar ao mesmo tempo, deixando todos espantados. "-Filha, o que aconteceu?" Alice pergunta aflita. Catarina abraça a mãe e chora no ombro dela. Nana corre e pega água para ela tomar. Leonardo então fala, "-O que aconteceu para agir assim!" Pergunta assustado. Catarina tenta se acalmar e fala, "Nunca pensei que um dia pudesse possuir algo assim, e Plínio está doando peças valiosas e raras, nem em sonhos imaginei um dia ter." Plínio chega até ela e pega em sua mão. "Minha criança, é como você disse, são peças, um dia vai poder comprar igual ou melhor, mas tudo isso, não tem o valor que o amor, carinho, trabalho e dedicação. Vocês todas têm isso no coração e acredite, não tem preço." Catarina abraça ele agradecendo. Depois que ela se acalma Aurora se aproxima dizendo. "-Sua boba, quase morremos ao te ver chorar, logo você, que não chora, agora deixa de bobagem e vamos separar tudo nosso buffet." Depois de ouvir Aurora, Catarina se vira olhando e pegando cada peça, admirando tudo. Ao verem que ela está bem Plínio diz, "-Vamos tomar um café, pelo visto as duas vão demorar ainda" ele passa o braço no ombro de Alice e sai com ela, Leonardo olha Catarina, ela e Aurora parecem crianças escolhendo presentes, ele sorri para Rafael e faz um sinal para irem também. Nana que já deixou a mesa arrumada, volta e fala, "-Mandarei estas e muitas outras que ainda nem foram abertas e não se preocupe, todas as louças serão transportadas com muito cuidado." Quando percebem que estão sozinhas, elas agradecem a Nana e vão encontrar os outros. Leonardo vê o brilho nos olhos de Catarina. Rafael percebe que o azul dos olhos de Aurora estão mais iluminados. Rafael então diz. "-Princesa, já disse que esse azul dos teus olhos me deixam sem fôlego?" Aurora sorri para ele e fala, "-Se disse, pode repetir meu príncipe, pois adoro escutar." Todos na mesa caem na risada. Ana olha José e fala. "-Meu amor, espero que não se importe por eu ter escolhido algo para nós também!" José a beija falando. "-Jamais, Plínio já tinha conversado com nós, digamos que é um presente dele." Leonardo depois de tomar um gole de café pergunta, "-E o restante pai, o que pretende fazer?" Plínio olha e fala, "-Pretendo doar, ou levantar um dinheiro para doação, vou ver ainda, mas não preciso de nada aqui, tudo que preciso está ao meu lado." Disse abraçando Alice. Eles ficam um pouco mais e depois para não ter problemas de quem leva, deixam que Flávio as leve para casa. Ao ficarem sozinhos, eles sentam e falam sobre a sorte que tem. Plínio olha em volta e diz. "-Tanto luxo, mas é frio, a casa de Alice abraça o coração, quando chegamos." Leonardo e os outros concordam com ele. Valdo se levanta dizendo. "-Eu não sei vocês, mas preciso de um vinho e de um bom descanso, as emoções hoje foi forte, ver quem amamos felizes, e o choro emocionante de Catarina quebra qualquer coração." Leonardo levanta e fala, "-Nem me fala, ouvir ela chorar me desmontou, cada lágrima era um corte, mesmo depois que explicou, eu não consegui parar de sentir. Catarina é pura emoção e isso me deixa totalmente vulnerável a ela." Rafael sorri dizendo. "-Eis que acabou o homem frio e arrogante, mas nasce outro que tenho muito orgulho, apesar que sempre tive." Leonardo se serve de vinho e oferece aos outros, Plínio pergunta pelo dele, sorrindo Leonardo fala, "-Só quando Alice der permissão, lamento pai, mas preciso cuidar para que não aconteça nada, senão estarei perdido." Plinio finge ficar chateado, mas ele sente uma felicidade ao ver Leonardo se preocupando e cuidando dele. Nana trás um chá para Plínio dizendo que foi Alice quem pediu, meio a contragosto, ele pega e bebe. Depois eles sobem para descansar, Leonardo e Rafael andam ao lado dele, até a porta do quarto. Leonardo o beija e fala, "Boa noite pai". E se vira para sair. Plinio está se acostumando com o jeito de seu filho. Valdo que está ao seu lado fala. "-Sempre lhe disse, seu filho é uma pessoa maravilhosa. Precisava polir a casca que ele criou." Plinio agradece o amigo e entra em seu quarto. Valdo segue para o seu sorrindo com tudo.