VOCE É MINHA SEMPRE FOI... U M A C O N V E R S A

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“Sou desconfiado mesmo, porque já mentiram para mim, olhando nos meus olhos.”

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Carllie saiu do quarto toda animada, e como tem o anda silencioso consegue chegar em qualquer lugar sem ser anunciada e sem querer, próximo à escada pegou o assunto entre sua mãe e o tio pela metade, e curiosa que é, ficou ouvido tudo.

— Você tem certeza, Charlotte? — Lauro perguntou.

— Claro! Será perfeito, 2 coelhos com uma cajadada só! — nesse momento os dois não faziam ideia de que a pequena iria com eles, pois Charlotte proibiu a filha de sair com os dois já faz alguns meses — Essa fortuna  tem que ser minha! Aturei muita coisa nesses 17 anos — declarou se lembrando de tudo que viveu —, Janaína se deitando com meu marido debaixo do meu teto, o bastardo de nariz empinado me fazendo afronta, caramba, Lauro, até minha princesinha prefere os dois do que a mim. Chega! Isso acaba hoje, afinal de contas, nada mais justo do que morre no mesmo dia em que nasceu, não é mesmo?

— Você me assusta falando desse jeito! Não esperava que teria essa atitude, tampouco essa coragem — Informou abismado —, Louis tem o meu sangue, mesmo estando de saco cheio dele cuidando dos 70% que meu pai deixou para aquele bastardo abusado, é o meu irmão Charlotte. Fiquei ciente que sou totalmente contra isso! — o idiota declarou pensando que seria o suficiente para fazê-la mudar de ideia — Não apoio você de forma alguma com esse plano maluco.

— Não seja estúpido! Ficará com toda fortuna da família meu amor e daqui a alguns anos podemos nos casar, é só dizer na mídia que durante esse tempo que cuidou da viuvinha triste aqui — apontou para si mesmo como se fosse à última coca-Cola do deserto (água de privada miserável, isso o que ela é) — O chifrudo do seu irmão, desde que soube da gravidez, está me ignorando, pegou suas coisas e se mudou do nosso quarto, agora dorme com do Jav!

— Você não deveria ficar assim — informou alisando sua barriga — pode fazer mal ao bebê. Toda essa ruindade queimando a fogo alto em seu corpo pode prejudicar o nosso filho.

Carllie cobriu a boca, pois ela não fazia ideia de que o bebê poderia ser do seu tio, já que seu pai ainda nada contou sobre isso.

A pequena ficou pasma com os planos da mãe e da mesma forma silenciosa que chegou ali, voltou sem ser percebida.

Ainda sobre o efeito de tudo que ouviu no breve momento em que ficou a espreita, Carllie sabia que a mãe pretendia fazer alguma maldade com o pai e o irmão e isso a deixou muito preocupado. Aflita entrou no quarto do irmão louca para contar a ele tudo que aconteceu.

— Jav… — gritou assim que percebeu que o mesmo já tinha ido para o banheiro de modo a tomar um banho e ficar pronto para comemorar o seu aniversário — Jav! — tornou a gritar.

No banheiro meu protegido sábia que a irmã estava chorando, como já havia terminado o banho colocou a roupa o mais rápido que podia e foi de encontro a ela que está no chão escorada na cama chorando fortemente.

Carllie e uma criança muito pura e ouvir tais palavras a deixou muito preocupada e obviamente temendo o pior.

— Timão? — desesperado e com os cabelos ainda molhado jav se ajoelhou na frente dela — Ei! Calma, já estou pronto sua boba, a gente vai come o que você desejar, tá bem? O aniversário e meu, mas deixo você escolher a comida pequena.

O silêncio caiu sobre eles, deixando Jav pensativo, Carllie não é de fazer cena, pois a própria tem do irmão toda atenção do mundo.

Fala para seu Pumba o que aconteceu? Não me deixe assim, Timão! — exigiu mais explicações para o choro exagerado.

— A mamãe planeja matar você e o papai! — de modo tentar acalmá-la, se sentou no chão e puxou a irmã para um abraço — Pumba… eu não quero que você morra, nem o papai, eu gosto muito de vocês…

Prometi cuidar de você, não foi? — disse que sim com um aceno — Então! Fica calma.

— Se vocês me deixarem, eu quero morrer também. — sincera declarou.

— Calma Timão, somos um trio, lembra? Sou o Pumba o javali forte e protetor, você e meu parceiro Timão e papai o Simba que vai dá um jeito no Scar e na Zira, aqueles leões malvados do nosso desenho favorito! Somos Hakuna Matatá, não se esqueça disso. — após o discurso de motivação que não foi o suficiente para acalmar o coração da irmã, Jav se colocou de pé.

— Eu… eu… odeio a mamãe! — liberando um choro muito exagerado, a pequena ficou de pé e abraço o irmão com tanta força como se fosse o suficiente para proteger as pessoas que eu mais ama.

— Não fiquei assim, ela não merece esse sentimento Timão! Para com isso. — pela primeira vez falou firme com a irmã — Não mude quem você é por causa dela! Eu não vou te perdoar se fizer isso, você é feliz Carllie e não quero te ver desse jeito, nunca mais!

Desculpa! — os dois voltaram a se sentar — Prometo que não vou mudar, mas a mamãe é muito malvada.

Deixa isso para lá! — exigiu — Hoje é meu aniversário, vamos

porta foi aberta, os dois olharam para trás para ver de quem se tratava e admiraram o pai, a pequena saiu correndo para os braços dele e o

Papai! — Louis se abaixou para beijar a cabeça da filha e em mudo fez um sinal para Jav para tentar obter alguma informação sobre o desespero da criança — Não morre papai! Por favor, não me deixa com

O que aconteceu filha? — questionou fechando a porta e indo ao encontro do filho para lhe dar um abraço, pois saiu muito cedo e Jav ainda estava dormindo — Meus parabéns meu

  Obrigado Pai! — Jav retribuiu o abraço sinceramente e recebeu um beijo no rosto — Ainda não sei muito, mas tem o dedo da sua mulher

sentaram na cama e prontamente ouviram o tudo que Carllie tinha a dizer, mas a pequena se esqueceu de alguns detalhes importante! A parte que a miserável fala; nada mais justo que morre no dia em que nasceu! — Bom, isso é bastante importante, mas não posso fazer nada para alerta sobre os

Está na hora de te tirar daqui, filho! — Louis informou seriamente — Essa semana você irá de vez para o

Ela quer te matar, pai, não vou te abandonar… — Louis cobriu a boca do