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A cura do Alfa implacável romance Capítulo 27

— Fique quieta, Asena! — Eu repreendi minha loba. Ela continuava ronronando e me instigando a largar minha toalha, e sua insistência incessante confundia meu processo de pensamento.

— O que você está esperando? Por que está hesitando? — Ela gritou de volta para mim.

A raiva em sua voz me surpreendeu. Asena e eu geralmente estávamos na mesma página, mas desta vez, ela agiu como se eu estivesse fazendo algo errado. Ela não tinha nenhuma reserva? Ela não estava com medo do que aconteceria se nos acasalássemos com esse tipo de pessoa?

— Com quem mais você quer se acasalar, huh? Teremos alguma chance de nos acasalar depois disso? — Ela retrucou.

— Asena... — Ela suspirou ao ouvir meu tom chocado. O que estava acontecendo com minha loba?

— Desculpe, Sia. — seu tom suavizou. — Nós duas sabemos que Cahir é nosso companheiro e temos que nos acasalar com ele.

Bem, sim. Era esperado que nos acasalássemos, já que a deusa nos destinou, mas isso não ajudava minha desconfiança. Um movimento errado e...

— Isso não é um movimento errado. — disse Asena em voz baixa. — Você sabe que não podemos rejeitar nosso companheiro. Se você não confia em si mesma, confie em mim.

— Está bem. — eu disse em voz alta, deixando minha mão cair ao meu lado. Cahir me observou enquanto eu lutava uma batalha interna, mas assim que eu soltei depois que ele me pediu, ele não fez nada além de me encarar. — Eu soltei. — Eu desviei o olhar dele, não querendo ver o olhar ardente em seus olhos.

— Tire sua toalha. — Sua voz transbordava autoridade e algo mais que fazia meu corpo se contrair.

— Eu... — A mortificação coloriu minhas bochechas com suas palavras, mas minha loba latindo em minha cabeça estava me irritando. Eu arranquei a toalha do meu corpo e então eu estava nua, em pé, diante de um homem completamente vestido.

O olhar em seu rosto me fez querer pegar a toalha do chão e fugir do quarto. Era um olhar com o qual eu estava familiarizada, mas o dele era dez vezes mais intenso. Fez minha pele ficar vermelha em um piscar de olhos. O olhar de luxúria ardente.

Seus olhos permaneceram nos meus lábios por um segundo antes de descerem, com a intensidade de um homem gravando uma imagem na memória. O calor de seu olhar foi descendo cada vez mais, aquecendo minha pele e aquecendo meu sangue.

Ele deu um passo, cobrindo o resto da distância entre nós, e então suas mãos quentes envolveram minha cintura, me puxando para perto dele e me beijando antes que eu tivesse tempo de piscar.

Ah.

Meus olhos se arregalaram e então se fecharam quando seus lábios se moveram nos meus. Sua língua mergulhou em minha boca em um beijo escaldante que me fez ofegar em um segundo. Sua mão puxou meus cabelos para trás e eu respirei fundo, virando o rosto para longe do beijo.

— Cuidado. Eu não gosto que puxem meu cabelo. — eu disse. Ele me olhou como se eu tivesse dado o pior golpe do século.

— Você disse que nunca foi tocada. — Acusação e raiva mal disfarçada, soaram em sua voz.

— Eu já... Oh! — Eu pisquei e então desviei o olhar, me sentindo mais nervosa. — É só... Quando as garotas costumavam me intimidar, elas puxavam meu cabelo.

— Eu entendi errado. — Ele me puxou para mais perto e voltou a me beijar. Capítulo encerrado, eu acho. Sua mão percorreu minhas costas, acariciou minha pele e depois desceu para minha bunda. Ele apertou a carne enquanto o beijo se aprofundava, me levantando um pouco do chão. Ele me levantou do chão.

Meus mamilos endurecidos roçaram contra o tecido de sua camisa. Quase parecia dolorosa, a forma como eles se esforçava contra seu peito duro. Sua mão me sustentou pela bunda, enquanto instintivamente eu envolvi minhas pernas ao redor dele.

— Você tem um gosto bom. — ele gemeu em meu pescoço enquanto suas carícias desciam. Eu gemi quando ele me mordeu e então respirei fundo.

— Você... Você tem um gosto melhor. — Ele tinha gosto de canela, seu sabor explodindo em minha boca. Eu queria prova-lo novamente, mas seus lábios desceram mais. Eu inclinei minha cabeça para trás enquanto ele beijava até o meio do meu peito, sua língua lambendo minha pele por um breve segundo antes de sua boca encontrar meu seio.

Ele passou a língua contra meu mamilo, fazendo minha respiração falhar. Então sua boca fechou ao redor do botão e ele chupou. A sensação que me envolveu fez arrepios surgirem em minha pele. Eu segurei sua cabeça e o mantive contra meu peito, minhas pernas tremendo no ar enquanto ele se agarrava.

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