O rosto de Manuela corou.
Embora o beijo anterior tivesse sido mais intenso, aquele beijo leve e aquelas duas palavras curtas a afetaram ainda mais.
Seu coração parecia que ia saltar para fora do peito.
Ela discretamente colocou a mão sobre o coração, olhando para o homem de beleza divina, seu olhar se tornando um pouco hipnotizado.
Ah, seu marido era tão lindo!
Encontrando seu olhar brilhante, os olhos de Lucas escureceram de repente, e a mão em sua cintura apertou.
Ele estava prestes a fazer mais alguma coisa, quando de repente...
— Lucão...
Júlia Oliveira entrou sem avisar.
Ao ver Manuela nos braços do homem, em uma pose extremamente íntima, sua expressão mudou, e seu olhar parecia querer despedaçar Manuela.
Interrompido, Lucas pareceu descontente.
— Quem te deu permissão para subir?
Júlia sentiu-se injustiçada. Antes, o homem nunca falaria com ela naquele tom...
Ela só pensava em como a atitude de Lucas havia mudado, sem perceber que não era uma mudança, mas que antes, Lucas simplesmente não lhe dava a menor atenção. Sua atitude era de indiferença, não de tolerância.
— O remédio anterior esfriou, eu trouxe um novo. — Ela disse, segurando uma tigela de remédio.
O bom humor de Manuela desapareceu. Ela olhou para Júlia.
— Há tantos empregados no Jardim Real. Precisamos de você para fazer isso?
Ela podia permitir que Júlia se mudasse para o anexo, mas apenas se a outra mulher soubesse seu lugar e não ficasse aparecendo na sua frente o tempo todo.
Júlia não se conformou. Lucão ainda estava ali. Era Manuela quem decidia se ela podia ou não trabalhar?
— Lucão...
— Saia! — A voz de Lucas era imponente. — Pergunte a Marta se não há mais ninguém no Jardim Real que possa fazer este trabalho.
Júlia estremeceu.


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