— Então vamos dar uma olhada.
O rosto de Lucas não exibia expressão.
No entanto, um simples olhar de relance de seus olhos, profundos como um abismo, foi o suficiente para que Isabela e a Sra. Moura sentissem um suor frio escorrer pelas costas.
O grupo subiu as escadas.
Muitos dos convidados mais ousados apressaram-se a segui-los.
Meu Deus, aquele era o Lucão!
Então, Manuela...
Tsc, tsc, casada com o Lucão e ainda tinha a audácia de se envolver com outros. Ela estava definitivamente frita!
Henrique apressou-se em alcançá-los, o rosto sombrio.
Se soubesse que um dia isso aconteceria, teria estrangulado aquela filha ingrata!
Pelo menos a teria impedido de cometer um ato tão audacioso e de arrastar a Família Silva para a lama.
Logo, o grupo parou em frente à porta do quarto.
Com um olhar indecifrável, Lucas fixou os olhos na porta fechada e fez um gesto com a mão.
Imediatamente, todos se calaram, com medo até de respirar muito alto.
O isolamento acústico da sala de descanso era bom, mas no silêncio, todos puderam ouvir um som abafado e inconfundível.
O rosto de Henrique estava pálido como cera, o coração pesado como chumbo.
Acabou!
Isabela sorriu discretamente.
Ela levantou a mão para empurrar a porta...
— Ué? O que tanta gente está fazendo aqui?
Uma voz clara, suave e agradável veio de repente do lado.
Isabela enrijeceu, virando a cabeça bruscamente.
Lá estava Manuela, com as roupas em ordem e a mente clara, saindo do quarto ao lado!
As pupilas de Isabela se contraíram e ela deixou escapar:
— O que você está fazendo aqui?!
— E onde mais eu deveria estar? — Manuela sorriu, devolvendo a pergunta.
De repente, ela viu aquele homem deslumbrante e, num instante, seus olhos brilharam como estrelas.
— Marido! — Ela correu alegremente em sua direção, jogando-se em seus braços e erguendo o rostinho, perguntando com surpresa. — O que você está fazendo aqui?


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