O silêncio era total.
Todos estavam boquiabertos.
Quase ninguém esperava a atitude de Manuela.
Caramba! Isso...!
Viviana cobriu o rosto com as mãos, olhando atordoada para a figura à sua frente.
Aaaah, minha prima é demais!
— Manuela! — Isabela não se conteve e gritou, correndo em sua direção. — O que você está fazendo? Por que está batendo nele?!
Manuela riu com desdém.
— Ele pode espalhar mentiras, mas eu não posso revidar?
Isabela retrucou:
— Mas como você pode usar a violência...
Manuela interrompeu:
— Desculpe, não sou boa com palavras, então prefiro usar as mãos.
Os outros ficaram sem reação.
Quem era a pessoa que, há pouco, com palavras certeiras, encurralou Isabela? Um fantasma?
— Você... você...! — Vasco conseguiu dizer, com a voz embargada de dor e raiva.
Ele não esperava que Manuela partisse para a agressão sem dizer uma palavra.
Manuela riu friamente e pressionou o pé com mais força.
— Ah...! — Vasco gritou de dor, sua imagem de galã completamente destruída.
O olhar de Manuela permaneceu frio, sem qualquer traço de emoção.
— A verdade não é definida por algumas de suas palavras distorcidas. Viviana o seduziu? Ah!
Ela então se virou para Isabela.
— E você é inocente? Tsc!
— Lixo é lixo. Não importa como se disfarce ou se esconda, nunca se tornará gente. A verdade virá à tona na próxima segunda-feira!
Após dizer isso, ela retirou o pé.
— Viviana, vamos!



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