Lionel e o gerente ficaram boquiabertos, sem acreditar no que viam.
A raiva de Lucas, prestes a explodir, ficou travada no meio do caminho.
No centro do quarto, uma cadeira ocupada por um homem amarrado chamava a atenção.
O homem, vestindo apenas uma cueca chamativa, estava completamente machucado, com o rosto inchado e sujo de lágrimas e muco, enquanto uma meia enfiada em sua boca abafava seus gemidos desesperados.
E à sua frente, um celular estava transmitindo tudo ao vivo!
Esse, esse era o amante?
Lionel e o gerente, atônitos e confusos, voltaram seus olhares para Manuela.
Lucas também a encarou lentamente.
Manuela, em um lampejo de desespero, correu até o celular e desligou a transmissão imediatamente.
Em seguida, virou-se e, sem hesitar, lançou-se nos braços de Lucas. "Amor, finalmente você chegou, eu estava tão assustada, buá!"
Lionel: "?"
Gerente: "?"
Vasco, amarrado na cadeira: "Mmm mmm mmm...!"
Mesmo Lucas, que já tinha vivido muitas coisas, não conseguiu evitar um momento de silêncio diante daquela cena.
Ele olhou para Vasco, cuja face estava tão inchada que nem sua própria mãe o reconheceria, e depois baixou os olhos para a garota em seus braços, intacta.
"Assustada com o quê?"
"Alguém tentou me machucar! Ainda bem que eu reagi, senão eu nem sei o que poderia ter acontecido, buá buá..."
Os outros: "..."
As lágrimas escorreram pelos olhos inchados de Vasco, que tentou dizer algo, mas ao inspirar, o cheiro da meia fétida penetrou em sua garganta, fazendo-o engasgar e revirar os olhos, à beira do desmaio.
"Amor, eu não quero ficar aqui, vamos pra casa agora!"
Manuela, agarrada à cintura de Lucas, tentou sair rapidamente, constrangida.

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