Com os olhos cheios de irritação, Júlia digitou rapidamente.
[Júlia: Desculpe, tive um pequeno imprevisto. Não poderei enviar. [emoji de choro]]
Manuela correu de volta para o quarto, colocou o buquê em um lugar seguro e, ao descer, surpreendeu-se ao ver que Lucas ainda estava lá.
Ela hesitou por um momento, mas se aproximou e sentou-se na poltrona ao lado dele, o lugar mais próximo que encontrou.
— Colocou no quarto? — Ele perguntou.
— Sim! — Manuela assentiu, então franziu suas belas sobrancelhas, preocupada. — Deixá-las assim... não sei se vão murchar rápido. Talvez eu devesse encontrar um vaso maior e colocá-las na água? Pelo menos murchariam mais devagar.
Vendo-a ponderar com tanta seriedade, claramente apegada ao buquê, a expressão severa de Lucas se suavizou.
— Por que estava infeliz esta manhã? — Ele perguntou.
Ao ouvir a pergunta, Manuela não pôde deixar de olhá-lo, depois fez um bico e resmungou algo em voz baixa.
— O quê? — Lucas não ouviu direito.
Manuela ergueu a cabeça, a voz um pouco mais alta e irritada.
— Eu disse, por que você pediu para a Júlia trocar seu curativo ontem à noite?!
Suas bochechas inflaram.
— Você não tem esposa? Como pôde deixar outra mulher fazer isso? Não consegue ter um pingo de consciência de homem casado?
Ao lado, Lionel, que bebia água discretamente, engasgou-se.
Manuela e Lucas se viraram para ele.
Lucas estreitou os olhos.
O coração de Lionel apertou.
Ele rapidamente pousou o copo, pegou uma pasta de documentos ao lado e disse, sério: — Cof, Lucão, vou levar estes documentos para o escritório.
Dizendo isso, ele fugiu apressadamente, sem ousar ficar um segundo a mais, temendo que o "homem casado" Lucão o considerasse um incômodo.


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