Nesse momento, o dia já estava quase amanhecendo. Manuela, ao ouvir aquelas palavras, sentiu um frio na espinha. Rapidamente, puxou a roupa de Lucas e, com uma expressão de aparente fraqueza, disse: "Amor, acho que estou melhorando..."
A noite inteira já havia passado, e o tempo exigido por quem havia armado a cilada para seu marido já tinha se esgotado, então ela não precisava mais fingir.
Se continuasse a fingir, corria o risco de ser levada para um hospital maior!
E se, na hora de exames mais detalhados, descobrissem que tudo era encenação?
"Está mesmo melhor?" Lucas enxugou o suor que ela havia forçado a aparecer na testa.
"Sim, sim!" Manuela, com todo seu talento teatral, fingiu estar um pouco melhor do que antes.
Lucas estava prestes a falar, quando Lionel entrou apressado no quarto do hospital. "Lucão!"
"O que foi?"
"Olha isso!" Lionel segurava uma caixa. Ao abri-la, revelou um dedo coberto de sangue!
Os olhos de Lucas se estreitaram, e na mesma hora ele cobriu os olhos curiosos de Manuela, puxando-a para seus braços.
Em seguida, ele olhou novamente para a caixa. Além do dedo decepado, havia uma mensagem escrita com sangue: "Lucão, me salva".
Diante de uma cena tão sanguinária, Lucas não demonstrou qualquer reação. Seus olhos apenas refletiam uma frieza implacável. "De onde veio isso?"
"Aquela turma mandou. Disseram que é... o dedo da Júlia."

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