— Mãe, o desenvolvimento da Cidade H realmente não se compara ao da Capital, e não há tantos ricos. Veja só, uma marca com a qualidade da Lady.M não consegue vender aqui! Essa pulseira já está sem estoque na capital, mas aqui ninguém comprou nenhuma até agora!
Halina estava parada na frente do balcão da Lady.M, conversando com Pérola. Seu tom de voz era de total desprezo pela Cidade H.
Elas não eram as únicas no balcão. Ao ouvir as palavras dela, as outras pessoas as olharam com raiva.
Mas as duas não notaram.
Pérola concordou totalmente com as palavras da filha: — Se criaram um lixo como Lorena Estrela, que tipo de conhecimento e estética você espera das pessoas daqui?
— Exatamente. Estamos aqui há tanto tempo e ninguém veio nos atender. Esse lugar é muito atrasado! — reclamou Halina, insatisfeita.
Nesse momento, houve um movimento vindo da sala de descanso do balcão.
A atendente, que antes não queria dar atenção às duas, levantou-se apressada, caminhou até elas e sorriu: — Olá. Gostariam que eu tirasse esta pulseira para as senhoras provarem?
Halina estendeu a mão, arrogante: — O que está esperando? Coloque em mim logo!
A atendente calçou luvas brancas, abriu o balcão, tirou a pulseira e se preparou para colocá-la nela.
— Espere.
De repente, uma mulher de cabelo curto e roupas sociais saiu da sala de descanso.
Ao reconhecer Pérola e Halina, o sorriso dela diminuiu: — Senhora Matos, Senhorita Matos, vocês mencionaram Lorena agora pouco?
— Você é Alana Adriel! — Halina a reconheceu na mesma hora.

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