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A Promessa da Alfa Feminina romance Capítulo 711

Ponto de vista de Hayley:

Antes que o soco do adversário pudesse atingir Benjamin, ele já havia levantado a perna e acertado um chute preciso no estômago do oponente.

O homem ficou imóvel — como se o tempo tivesse congelado. O punho ainda pairava no ar quando seu corpo começou a ceder.

Três segundos depois, ele recuou, as mãos agarrando o abdômen afundado, antes de desabar com força no chão.

O impacto reverberou por toda a arena, e o som do gongo mal havia desaparecido no ar quando a luta já estava encerrada.

Benjamin continuava imóvel, imperturbável. A aura de Alfa emanava dele com intensidade, mesmo sem liberar por completo seu lobo.

Ele não precisava.

Hera vibrava de entusiasmo dentro de mim.

Em pouco tempo, a equipe médica correu para verificar o lutador derrotado.

Assim que confirmaram que ele não podia mais continuar, um dos juízes ergueu a mão direita de Benjamin e o declarou vitorioso.

"Inacreditável! Quem imaginaria que esse sujeito elegante sabia lutar assim?!"

"Mais uma rodada! Queremos mais!"

Benjamin permanecia no palco, sereno, seus olhos buscando apenas os meus.

Entendi seu olhar perfeitamente. Ele fez um breve aceno — estava pronto para continuar.

O derrotado foi arrastado para fora, e o próximo desafiante não tardou a subir.

Escolhi um lugar com boa visão e me acomodei.

Benjamin venceu novamente.

Após quarenta minutos, ele acumulava 12 vitórias consecutivas. Uma a mais, e ele quebraria o recorde da arena.

O décimo terceiro adversário entrou atrasado. Vinha do clã das bruxas e usava uma máscara de raposa que tornava sua presença misteriosa, quase teatral.

Diferente dos outros, ele não atacou logo de início.

Circulou o palco duas vezes, sempre mantendo distância.

Saltei da arquibancada, usei o corrimão como impulso e aterrissei no palco com precisão. Lancei um chute direto no mascarado, afastando-o, e me coloquei na frente de Benjamin, protegendo-o.

A arena explodiu em gritos.

"Ei! O que essa mulher está fazendo? Isso é uma luta oficial! Cadê o árbitro?! Tirem ela daí!"

"Dois contra um agora?! Isso é justo?"

"Se não aguenta, garoto bonito, ajoelha e implora! Para de se esconder atrás de mulher!"

Silas apareceu no limite da arena, sua voz aflita: "Srta. Carson, você conhece as regras. Ninguém pode interferir se o oponente ainda estiver em combate ativo!"

"Eu sei," respondi friamente, os olhos cravados no mascarado. "Mas acredito que ele estava prestes a desistir. Se não acredita, pergunte a ele."

Meu olhar era uma promessa. Se ousasse negar, eu faria da arena um inferno.

Um dos homens de Xavier se virou para o mascarado e perguntou, com tensão no ar:

"E então? O que você tem a dizer?"

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