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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 119

Lucretia não sabia exatamente o que estava acontecendo, ou melhor, ela não podia acreditar. A presença que ela estava sentindo podia ser…?

Virando-se lentamente em direção à luz que parecia crescer atrás dela, Lucretia viu que tal luminosidade não vinha do lado de fora, mas sim de dentro do próprio quarto. Ela levantou a mão para encobrir os olhos.

E então, ela sentiu. Lá no fundo de si mesma, uma inquietação. Como um coçar dentro da… de algo profundo. Algo quase inalcançável.

Um murmúrio surgiu, quase imperceptível, quase não existente. Mas mais do que ouvir, Lucretia podia sentir. Os olhos dela se arregalaram quando percebeu do que se tratava: Kali.

— Ela está ferida, querida. — Uma voz etérea, que soava não do ambiente, mas de dentro de Lucretia, falou.

O ambiente em volta dela começou a se dissolver. As paredes pareciam se corroer, dando espaço ao aberto, ao verde, mas um olhar mais atento mostrou que não se tratava de qualquer vegetação que Lucretia já tivesse visto antes.

— O que…?

— Bem-vinda ao meu jardim. — A mulher falou e Lucretia olhou para a direita dela. Ali estava uma figura feminina, alta, esguia, banhada em uma luminosidade prateada que vibrava da própria pele dela. Os olhos côr de ouro líquido, em contraste com os cabelos que pareciam refletir tanto o dourado quanto o prateado, dando àquela mulher uma imagem surreal.

— V-você… quem…?

A mulher sorriu. Um sorriso que iluminava ainda mais do que a luz ao redor dela.

— Eu preciso mesmo me apresentar?

Não, ela não precisava. Lucretia engoliu em seco. Aquela seria… Selene? A Selene? A Deusa da Lua?

De novo, o murmúrio. Lucretia levou a mão ao peito, abaixando o olhar para o chão. Seus pés descalços estavam sob a grama, mas ela não a sentia. Na verdade, ela não sentia o ar em volta dela e, só então, se deu conta de que era difícil respirar!

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