Perdão, galera. Eu postei o errado e vi agora. Estou colocando aqui o capítulo 232 certo.
— Vamos entrar ou vamos dar meia-volta? — Haylie perguntou. Ela segurava a mão do marido. — Sério, que mau-agouro.
— Viemos aqui para investigar. E pelo visto, não perdemos tempo. — Rhys inspirou fundo. — Precisamos sair do carro e entrar na packhouse. Prestem atenção a qualquer som. E… bom, espero que o tempo não seja parado de novo.
Ele ainda lembrava como foi na floresta. Aquela bruxa era forte e ela estava focada em acabar com a paz deles.
Eles saíram do carro e foram, cautelosamente, para dentro da packhouse. Não ocorreu nada no caminho, mas esse pequeno trecho pareceu levar um tempo imenso.
Lucretia tinha a digital e podia abrir a porta sem a ajuda de ninguém. Ela abriu com cuidado e olhou dentro. Rhys colocou a mão na frente do corpo dela e indicou que era para ele ir primeiro.
Não eram preciso palavras.
Ele entrou e olhou ao redor. O ar estava pesado, e havia um certo “grude” nele. Ao mesmo tempo em que um frio entrava nos ossos, a pele estava quente, um calor incômodo, como uma febre. E o suor não parecia descer. Ele fixava.
Haylie estava com a expressão de puro nojo. Era realmente uma casa abandonada. Estava escura, com até mesmo teias de aranha pelas paredes.
Lucretia olhou para as escadas e então, para as paredes. Tudo parecia… velho. Podre.

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