Entrar Via

A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 57

— Rhys, por que está olhando assim pra mim?

O cheiro dele, tomando todo o carro, não precisava de explicações. Rhys a queria. O cheiro da demarcação estava mais do que acentuado.

— Estamos indo pra reunião de Alfas!

— E daí? Podemos ir depois. Primeiro…

Ele se aproximou mais de Lucretia e inspirou fundo no pescoço dela. Ela estremeceu e segurou-se nos braços de Rhys — um estava apoiado na porta do carro, o outro no banco dela. Desse lado, a mão passou os dedos pela coxa de Lucrezia e logo, apertaram a carne dela.

— Rhys, por favor…

— Quando você pede assim, eu só consigo pensar que quer ser bem fodida!

E ela queria. Mas inferno, estava toda arrumada, se deixasse que Rhys fizesse o que bem entendia, ela chegaria um desastre na reunião.

— Els vão saber o que fizemos. Sabe que… os Conselheiros estarão ali. O que dirão da futura Luna do ShadowBlood e Líder do LongFang?

Ele sabia que as palavras dela eram verdadeiras, que se ela chegasse em um estado deplorável na festa, os dois bandos seriam mal vistos, como líderes que não conseguem se controlar e deixam o lado animal dominar.

— Muito bem. — Rhys disse e segurou o queixo de Lucretia delicada, mas firmemente. — Essa noite você volta comigo pro meu bando. E você vai passar os próximos dois dias sendo castigada do jeito que merece!

Lucretia puxou o ar por entre os dentes.

— Mal posso esperar.

— Putinha. Gostosa! — Ele ia beijá-la, mas o batom seria borrado e a maquiagem ao redor da boca, destruída. — Você não precisa de maquiagem. Que droga!

Rhys voltou a se arrumar no banco e o carro voltou a se movimentar. O carro de Kolby vinha logo atrás e ele apertou os dedos em volta do volante. O que aqueles dois ficaram fazendo ali, sozinhos?

Haylie abraçou Lucretia na mesma hora e, quando esta olhou para Martin, os olhos dele estavam menos frios ao encará-la.

“Então ele precisava era de um pouco de carinho de verdade,” Lucretia disse a si mesmo.

— Você tá tão linda! — Haylie falou e fez uma reverência para Rhys, apenas para não dizerem que não tinha feito.

— Luna. — Martin moveu a cabeça levemente para frente.

— Eu não sou a Luna. — Lucretia falou, mas ao olhar para Rhys, ele levantou uma sobrancelha. — Não somos casados, ainda.

— Você é a minha fêmea, Lucretia. — Rhys segurou a mão de Lucretia e beijou-lhe os dedos, onde o anel de noivado descansava. — Agora, vamos entrar.

Ele colocou a mão dela no braço e eles começaram a andar em direção aos grandes portões. Lucretia tinha uma sensação ruim.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.