De manhã, Ana acordou. Quando sua consciência foi se clareando, ela se lembrou do que havia acontecido na noite anterior e pegou o celular ao lado para dar uma olhada.
Pouco depois, ela largou o aparelho, apertou os lábios e se encolheu de volta sob o cobertor.
Dona Rose abriu a porta e entrou. Ao ver que ela já tinha acordado, perguntou:
— Quer se lavar primeiro e depois descer para tomar café da manhã?
Ana ficou olhando para o teto, sem dizer nada.
Dona Rose observou e, como se soubesse no que ela estava pensando, disse:
— A madame me mandou uma mensagem hoje de manhã perguntando como você estava.
Ana se sentou na cama na mesma hora e perguntou às pressas:
— O que a mamãe disse?
Dona Rose sorriu:
— Perguntou se você estava se sentindo melhor e se dormiu bem.
Enquanto falava, entregou o celular a ela.
Ana pegou o celular.
A mensagem que Isabela tinha enviado tinha apenas duas linhas curtas. Nela, perguntava se ela estava se sentindo melhor e se tinha dormido bem.
Era... Realmente muito curta.
Ana ficou encarando a mensagem e permaneceu em silêncio por um bom tempo.
— Ana? — Dona Rose achou que Ana ficaria feliz depois de ler a mensagem, mas, olhando para ela agora, não parecia nada feliz.
Ana devolveu o celular a Dona Rose, questionando:
— Por que ela não me mandou mensagem pessoalmente?
Dona Rose respondeu:
— Você estava dormindo naquela hora, sua mãe não quis atrapalhar o seu descanso, mas estava preocupada com você...
Ana não disse nada. Levantou o cobertor, saiu da cama e calçou os sapatos, acrescentando uma pergunta:
— E ele?
Dona Rose fez uma pausa, só então entendendo que o “ele” a que ela se referia era Pedro.
— Ouvi o mordomo dizer que o senhor saiu em viagem de negócios antes mesmo de amanhecer. — Depois de falar, Dona Rose, com medo de que Ana ficasse chateada, acrescentou. — Antes de sair, o senhor deixou um bilhete especialmente para você.
Enquanto falava, Dona Rose apontou para a escrivaninha ao lado.
Ali estava colado, de forma bem visível, um post-it.
Assim que Ana ergueu os olhos, deparou com a caligrafia familiar.
[O papai teve uma emergência e precisou viajar a trabalho. Lá tem aquele rafting que você sempre quis experimentar. Mais tarde, que tal pedir para Dona Rose acompanhar você até lá para se divertir?]
Depois de ler, Ana apertou ainda mais os lábios.
Dona Rose disse:


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Sra. Santos Quer se Divorciar Há Muito Tempo
Sinceramente,um capítulo inteiro com um diálogo inútil, de um personagem sem relevância nenhuma na história. Deve ser falta de inspiração....
Um livro que tinha tudo pra ser incrível, tornou-se uma piada é simplesmente nojento a relação de Pedro com a Sofia, principalmente porque ele sabia de tudo e o mais nojento ainda é o autor colocar a Isabella nessa posição e nada de bom acontece...ou são 7anos e nada se desenvolve pra verdade aparecer...se não tem mais o que escrever...finaliza.As vezes fico mim perguntando sobre o próprio caráter do autor...é simplesmente nojento essa situação. Os valores morais hoje em dia é degradante...se a história desenvolver-se em cima da verdade eu daria parabéns para o autor......
Carregando os próximos capítulos....,.......,....
Cadê o próximo capítulo?...
Os capítulos estão cada vez menores. Agora não concluem nem um assunto completo no mesmo capítulo. Isso é frustrante....
Desenrola essa vida da Isabella termina logo com isso,essa Isabella nem fala nada cadê a revanche tá na hora...
AFF,que enrolação a história não anda, só está entorno de Sofia, cadê a história o divórcio..... Isabela apareça é faça algo mulher...
Esse livro e sobre um casal, issbela e pedro ou e a fantástica família de Sofia?...
Um MINI capítulo!!...
É Pedro ou é Lucas ou é Pedro Lucas, não entendo mais nada...