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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 315

— Vamos, vamos.

Vicente organizou o grupo para ver a Brígida.

Se realmente fossem levar bronca, pediriam desculpas na hora e prometeriam estudar sério depois, assim a Brígida se sentiria melhor.

— Vamos. — Letícia e Tânia assentiram, olhando para Klébia que comia doces calmamente ao lado, e disseram com muito cuidado: — Se a Klébia fizesse a prova, mesmo que a escola ficasse em último no ranking, o Colégio Alegre Aprendizagem brilharia.

Afinal.

Nota máxima em tudo.

Quem aguentaria isso.

Perder a chance de calar a boca de todos, que pena.

— Vão.

Klébia não explicou muito, apenas repuxou levemente os lábios e disse com indiferença.

A multidão correu para a sala da diretoria.

Ao chegarem, viram que todos os professores do 3º Ano estavam bloqueando a porta.

Expressões graves, rostos mais feios que céu nublado.

Brígida estava ao telefone.

Não se sabia o que diziam do outro lado, Brígida apenas assentia sem parar, dizendo "uhum".

Ocasionalmente, apertava a barra da roupa nervosamente e enxugava o suor da testa.

Ela não parecia bem.

— Klébia chegou.

Vicente não ousou se espremer, então gritou. Os professores na porta se viraram imediatamente.

— A Klébia veio?

O professor de matemática foi o mais solícito, abrindo espaço ao seu lado primeiro.

— Venha rápido.

Os outros professores se afastaram, abrindo caminho, com sorrisos no rosto:

— Devagar, não vá cair.

— Obrigada, professores.

Klébia assentiu educadamente e caminhou devagar para frente.

— Klébia tem moral mesmo.

Vicente levantou o polegar silenciosamente, elogiando enquanto a seguia.

Mas após alguns passos, os professores que tinham aberto caminho se juntaram novamente num instante.

— Embora os professores tenham dito a verdade, você realmente não pode se comparar com a Klébia.

— Ela é tão inteligente, lembra de tudo com uma olhada. E você? Fica três dias decorando e confunde tudo, então...

— Pare!

O canto da boca de Vicente tremeu. Não foi consolado, pelo contrário, sentiu-se pior e disse sem paciência:

— Pare de consolar, não gostei de nada do que ouviu!

— ...

Letícia coçou o nariz, com uma expressão indescritível.

Ela realmente estava tentando consolar.

Tânia, ao lado, não ousava falar e ria escondido.

A breve confusão acabou.

A chamada de Brígida também terminou.

Ela desligou o telefone e virou lentamente o corpo rígido para os professores.

— Diretora Monteiro, era da Secretaria de Educação?

O professor de matemática engoliu em seco e perguntou nervoso.

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