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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 342

O leilão acontecia uma vez por ano, com horário e local indefinidos, e os participantes vinham de todos os continentes e oceanos.

Submundo e elite, ricos e famosos.

Uma mistura de tudo.

O convite que Oziel conseguiu era do mais alto nível, com lugar na cobertura.

A segurança era altíssima e a comida ainda mais refinada.

Antes de descer do carro.

Oziel tirou um chapéu e um casaco que preparou antecipadamente para Klébia vestir.

Nesse tipo de lugar, as pessoas eram complicadas.

Podia ter algum inimigo dele.

Ele não se importava consigo mesmo, mas agora tinha a Klébia.

Não queria colocá-la em perigo algum.

— Ah.

Klébia vestiu obedientemente, cobrindo-se toda, antes de seguir Oziel para o elevador VIP.

Apenas alguns passos depois.

Outro carro parou não muito longe.

A porta se abriu e desceu um homem de terno impecável, traços bonitos e corretos, exalando elegância em cada gesto.

— Chefe, é o Otoniel Castro! — Allan avisou respeitosamente.

Para garantir a segurança da Srta. Paixão, antes de virem ao leilão, os dois irmãos investigaram todos os participantes.

O homem à frente, usando óculos de aro dourado e com uma presença extraordinária, chamava-se Otoniel.

Apenas 28 anos.

Doutor em medicina, uma estrela em ascensão no mundo médico, um gênio.

Diziam que sua habilidade médica era brilhante, especialista em diagnosticar doenças raras e difíceis, capaz de roubar pessoas das mãos da morte.

O mundo médico dizia que ele era o "Hipócrates" número 2.

Se perguntasse quem era o número 1.

Seria a médica "Noite", que não vagava pelo mundo, mas cujas lendas estavam por toda parte.

— Klébia, conhece o Otoniel? — Oziel segurou levemente a mão de Klébia, perguntando com suavidade.

Klébia entendia de medicina, certamente acompanhava as figuras da área.

— Otoniel?

Klébia seguiu o olhar dele, estreitou levemente os olhos, moveu os lábios e disse sem pressa:

— Muito famoso? Por que nunca ouvi falar?

Oziel apertou a mão de Klébia, entrou no elevador e consolou docemente:

— Tem algo que queira arrematar?

— Tenho.

Klébia pegou o celular e abriu uma foto.

Uma erva insignificante.

— Erva Cauda-Murcha. — Klébia abriu a boca. — Uma nova planta medicinal híbrida, de grande potência, mas com taxa de sobrevivência muito baixa, esta é a única muda.

Parecia murcha, provavelmente não sobreviveria mesmo se arrematada.

Entre os remédios do leilão, ela era muito discreta, provavelmente ninguém arriscaria comprá-la.

Mas só quem entendia sabia o quão grande era seu potencial de valorização medicinal.

Nesse exato momento.

Otoniel chegou à porta do elevador e ouviu as palavras "Erva Cauda-Murcha", ficando atônito.

Havia alguém como ele, interessado naquela erva feia?

— ?

Otoniel ergueu as pálpebras e instintivamente olhou para dentro do elevador.

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