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A Vida Feliz após o Divórcio romance Capítulo 15

Foi só quando Adolph saiu do apartamento e sentiu o ar fresco que a sensação de desconforto dentro de si diminuiu.

Walt abriu a porta de trás do carro e esperou respeitosamente quando Adolph parou e perguntou: "Já descobriu onde a Christina está?"

"Ainda não..."

Adolph o repreendeu com frieza: "Seu inútil!"

Walt manteve a cabeça baixa. Aquele era o momento mais frustrante de sua vida.

Apesar de saber que seu presidente odiava desculpas, se preparou para ser castigado e explicou: "Parece que o paradeiro dela foi apagado por alguém que quer impedir a gente de localizar ela. O hacker que eu contratei não é tão bom quanto o deles."

O olhar de Adolph estava indecifrável, e ele se perguntou quem iria querer esconder o paradeiro de Christina.

Quem exatamente era Christina Silva?

Depois de entrar no carro, Walt entregou os documentos que encontrou no hospital a seu chefe. "Fui ao hospital atrás de informações e achei duas coisas suspeitas."

Adolph folheou os documentos. "Pode falar."

"A primeira é que o nome dela não estava na lista de cuidadores do hospital, o que contradiz o que eu descobri três anos atrás quando você pediu para eu investigar ela antes de vocês casarem."

Ele encontrou a lista mantida pelo hospital e a lista que tinha obtido no passado. Adolph as percorreu com os olhos, mas o nome "Christina Silva" aparecia apenas em uma.

"Ela não era membro da equipe?" Cogitou ele por um momento.

Walt respondeu: "Talvez ela tenha sido contratada temporariamente. Nos últimos dias, fui atrás dos cuidadores da lista e perguntei dela. Eles não lembram muita coisa, só que ela 'ganhou na loteria'."

Adolph ergueu os olhos, perplexo. "Como assim 'ela ganhou na loteria'?"

Walt deu uma tossida curta. "Ela casou com o senhor."

Adolph ficou parado por um segundo e franziu as sobrancelhas. "Corte essa. Continue procurá-la."

"Sim, senhor. A segunda coisa que eu descobri é que a médica que fez sua cirurgia naquela época não era do hospital da cidade. Ela voltou do exterior de repente após ser chamada; o nome dela é Grace."

As pupilas de Adolph encolheram levemente. Naquela época, ele tinha ficado gravemente ferido e se salvou por pouco, tudo graças à médica que realizou a cirurgia.

"Então onde a Dra. Grace está agora?"

"Essa é a parte estranha. Depois da cirurgia ela voltou direto para o exterior. Parece até que veio só por sua causa."

Adolph imaginou que tinha sido o senhor Santos quem a tinha contratado exclusivamente para salvá-lo. Ele olhou para Walt. "Tem alguma relação entre essas duas coisas que você acabou de falar?"

Walt pensou um pouco e respondeu: "Provavelmente não".

Em resposta, Adolph jogou os documentos na cara do funcionário, que esticou a mão e deu um sorriso envergonhado.

Para Adolph, estava claro que não podia contar com aquele assistente para nada.

Agitado, ele pegou o celular e ligou para um número. Depois de muito tempo, atenderam, mas o que ele ouviu foi alguém arquejando de dor, o que o deixou preocupado. "O que aconteceu? Você está machucado?"

"Estou bem. Estava atrás de uma mulher, mas acabou que ela torceu o meu braço e me deu um tapa."

Para esse parceiro, que também era um playboy, Adolph respondeu apenas: "Bem-feito!"

Hyman parecia estar de bom humor depois de ter apanhado. "As mulher na Cidade S são muito bonitas. Gostei delas." Disse ele de forma fútil e pretenciosa.

"Sim, como eu poderia negar um pedido de um velho parceiro? Me mande uma cópia das informações básicas dela, e eu já começo a investigar."

Depois de desligar, Adolph mandou o material para o e-mail de Hyman.

Ao recebê-lo, Hyman respondeu um "Ok", tomou uma taça de vinho, esfregou o braço dolorido e se dirigiu para o elevador. Quando veio para a Cidade S a negócios, ele alugou uma suíte presidencial no Cloud Bar por duas semanas.

Pressionou o botão para seu andar, e, quando as portas do elevador estavam prestes a se fechar, uma mão as bloqueou. Dois seguranças entraram primeiro, seguidos por um homem e uma mulher.

Os olhos de Hyman se arregalaram. Aquela não era a mulher que tinha acabado de bater nele?

Agora, ela estava bêbada, usando um blazer preto por cima da roupa. Ela cambaleou para dentro do elevador enquanto o homem a seu lado a ajudava. "Você está muito bêbada. Fique na minha suíte hoje. Não saia mais."

Christina ficou vermelha e balbuciou que não estava bêbada. De repente, levantou a cabeça e, ao ver a figura alta no elevador, apontou para ela e disse: "Seu sem-vergonha!"

Hyman ficou atordoado.

Christina enrolou o blazer com mais força em volta do corpo e olhou atenta para ele. "O que você quer fazer comigo? É bom você saber que apesar de eu ser linda eu mereço respeito! Eu não sou qualquer uma!"

Hyman não conseguiu conter a risada quando viu como ela estava bêbada. Aquela mulher parecia um pouco ridícula.

Martin estava com uma expressão mortificada. Se ela não fosse sua irmã biológica, já teria a abandonado há muito tempo.

Cambaleando, Christina perdeu o equilíbrio devido aos saltos e quase caiu. Hyman esticou a mão para ajudá-la. "Cuidado!"

Talvez era porque estava zonza que seu estômago revirava. Ela não teve opção a não ser segurar o braço de Hyman e vomitar. "YUCH..."

Paralisado, Hyman pensou que não devia ter se aproximado daquela bêbada.

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