O semblante de João ficou ligeiramente constrangido. “Não, você também é da nossa família. Como poderíamos usá-la como moeda de troca?”
“Nós só queríamos atrair eles para fora e, então, resgatar Dinora e Ayla.”
Verônica assentiu, compreendendo. “Então, vocês pretendiam me usar como isca, não é?”
João respondeu: “Verônica, garantiremos a sua segurança.”
Antes que Verônica pudesse dizer algo, Fausto, ao lado, interveio em tom frio: “Se Dinora não tivesse assumido a culpa por você, ela nunca teria sido sequestrada.
Usá-la como isca é o mínimo que você deve a ela.
Você deveria rezar para que nada aconteça com Dinora.
Se algo acontecer com ela, você será a primeira a pagar!”
Só então Verônica fixou o olhar em Fausto.
De repente, ela falou de maneira gélida: “E você, quem pensa que é para vir aqui falar desse jeito?
Saia daqui, você não é bem-vindo!”
Fausto não esperava que Verônica ousasse falar com ele daquela forma.
Por um momento, ele ficou atônito.
Diante da situação, Verônica ainda demonstrava tamanha arrogância, o que fez Caio perder a paciência imediatamente.
“Verônica, aqui não é lugar para você criar confusão!
Você ainda nem é a chefe da família Porto, suas palavras não têm peso aqui!”
O olhar frio de Verônica recaiu sobre o rosto de Caio.
“Então, porque vocês têm a palavra final aqui, acham que podem trazer para dentro de casa o criminoso que me sequestrou e inutilizou a minha mão, e ainda conviver pacificamente com ele, como se fossem bons amigos, certo?
Vocês são tão generosos, conseguem ser tão tolerantes com quem fez mal à própria família, ou será que...”
A voz de Verônica parou subitamente, enquanto seu olhar percorria cada membro da família Porto.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio
O capítulo 538 não consigo desbloquear, pois quando tento consta erro. Como devo fazer?...