Que tom atrevido.
O guarda-costas ao lado fechou a cara, deu um passo à frente e olhou ferozmente para Florença. “Está procurando a morte!”
Os olhares se cruzaram; os olhos do homem ardiam de raiva, enquanto as pupilas da jovem eram escuras e profundas.
No segundo seguinte, o colarinho do homem foi agarrado.
Com um baque, o homem foi jogado contra a parede.
Essa cena fez Kleber arregalar ligeiramente os olhos.
Os outros guarda-costas também ficaram incrédulos.
Essa garota…
O homem sentiu uma dor imensa nas costas, gritou, levantou-se do chão e, furioso, correu em direção a Florença, desferindo um soco em direção ao rosto da garota.
Florença se esquivou, dobrou o joelho para um golpe e, com um chute, o mandou voando para longe.
“Pfft!”
O homem cuspiu sangue e desmaiou.
A expressão de Kleber enrijeceu, e por um instante, o pânico brilhou em seus olhos.
Os guarda-costas da família Barbosa nunca foram fracos.
E essa garota conseguiu derrotá-lo em poucos movimentos.
“Quem é você?”
Ele tinha certeza de que a pessoa à sua frente era apenas uma estudante.
Florença apontou para si mesma e perguntou: “Eu?”
Ela se apresentou, arrogantemente: “Sou a filha da família Braga. E então? Se quiserem acertar as contas, podem ir procurar o meu pai!”
Kleber encarou Florença e, depois de um longo tempo, de repente sorriu.
“Ah, é a Srta. Braga.”
Ele ofereceu seu cartão de visita. “Olá, sou Kleber.”
Florença nem se deu ao trabalho de olhar o cartão, muito menos de pegá-lo. “Você precisa de algo?”
O olhar de Kleber se voltou lentamente para Fátima. “Estou procurando esta sua colega. Gostaria de conversar com ela a sós.”

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