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Amor doce de Henrique romance Capítulo 409

Henrique não lhe diz a verdade provavelmente por que ele não se preocupe. Mas ele pode ficar assim sem fazer nada?

Ele olha para Maya no sonho e toma uma decisão.

Acariciando seu rosto, Oscar murmura: "Maya, absolutamente vou salvar Sr. Alves."

Dizendo, aparece uma firmeza nos olhos.

Esta vez, ele não quer se esconder sob abrigo do irmão.

…

No dia seguinte, Maya acorda com dores de cabeça, abre olhos doloridos e vê o teto familiar.

Ela franze os sobrolhos finos. É o quarto de Oscar, não é?

Com essa ideia, ela senta-se de súbito. O movimento repentino causa ainda mais dores de cabeça que ela quase desata lágrimas.

"Ah!" Gemendo, esfrega testa para aliviar a dor.

Quando está melhor, ela levanta a cobertura e sai de quarto lentamente.

A casa está quieta, parece que ninguém está.

Maya chega na porta de outro quarto, prestes a bater, mas retira a mão, abre a porta e entra diretamente.

As cortinas grossas bloqueiam a luz de fora. O quarto está escuro. Mas mesmo assim, ela ainda vê claramente que não ninguém está.

Ela franze os sobrolhos. Não está no quarto? Então onde está?

Vira-se a sair de quarto. Ela aguenta a dor de cabeça e procura Oscar em toda a casa.

Sala de estar, não.

Varanda, não.

Cozinha, não.

Banheiro, não.

Não encontra Oscar em qualquer lugar. Ela acha que ele saiu para comprar café da manhã como a última vez.

Então ela entra na sala de estar e senta-se no sofá. Esfrega a cabeça dolorida enquanto espera a volta dele.

O tempo passa gradualmente. Depois de meia hora, Oscar não volta.

Só nesse momento, ela percebe que algo não está normal. Ignorando a dor de cabeça, corre a quarto, encontra celular e liga para Oscar.

Espera por muito tempo, até o momento que ela acha que Oscar não vai atender e está prestes a desligar, a chamada é ligada.

"Maya."

Soa a voz meio rouca de Oscar. Sente-se amarga sem razão e vontade de chorar. Ela resmunga: "Onde está? Por que não está em casa?"

O outro lado de telefone fica em silêncio por algum tempo, e depois, ele fala de novo: "Preciso voltar para a casa de Lu para resolver algum negócio."

Maya fica congelada. "O quê?"

"Não posso falar."

Ela acha que é algum problema da família dele, então não pergunta mais sobre isso. Só pergunta simplesmente: "Então quando vai voltar?"

"O mais cedo é hoje à tarde, e o mais tarde… Depende."

…

O carro para no estacionamento em frente à vila da Família Lu. Oscar abre a porta e olha para a vila velha, com um sentimento complicado.

Cada vez que ele volta para cá, sem motivo, sente-se como já passasse muitos anos.

Nessa vila, há lembrança feliz e também infeliz da infância, mas o posterior é mais do que o anterior.

Depois de mãe se mudar daqui, ele e Henrique também se mudaram porque eles acharam que não é mais a casa na lembrança deles.

Pensando nisso, ele faz um sorriso amargo. Não somente a casa não é mais aquela na memória, mas o dono da vila, o pai deles, também se torna como desconhecido.

Entrando na vila, os criados chamam-no "Sr. Oscar", o que ele acha muito engraçado.

Oscar não diz nada. Os métodos do pai não se baseiam em nenhum sentimento de pai-filho, mas em seus próprios benefícios.

Então voltar mais cedo ou agora traz resultado igual.

…

Maya fica em casa de Oscar sozinha por tanto tempo. Finalmente, ela preocupa-se com a mãe em casa e sai sem esperar a volta de Oscar.

À tarde, Oscar chega na casa enquanto Maya já saiu.

Olhando a casa vazia, seu coração fica vazio também.

Ele caminha ao sofá e senta-se, encostando-se no sofá, com expressão triste no rosto bonito.

Às vezes, ele odeia de ter nascido numa família dessa. Muitas coisas estão fora de controle, e até desenvolvem à má direção.

Ele fecha olhos lentamente. Com o rosto bonito sorridente de Maya surgido na mente, dói-lhe em coração.

Desde de se conhecerem por rixa, até brigarem assim que se veem, e depois estabelecem o relacionamento estável. Essa viagem não é longa, mas ele se sente que já passa muito tempo.

Maya, caso posso proteger você, meu sacrifício vale a pena.

Quando ele está imerso em pensamento, a campainha toca de repente.

Ele abre olhos imediatamente, olha para entrada com sobrolhos franzidos. E depois ele se levanta para abrir a porta.

Ao abrir a porta, ouve uma voz alegre: "Oscar, Feliz aniversário!"

Aniversário?

Feliz?

Oscar está atordoado e olha tontamente para Valesca fora de porta. Mas recupera logo e diz à visitante educadamente e distantemente: "Desculpe, hoje não é meu aniversário."

"Não é?" Valesca arregala olhos com surpresa.

Não possível. Ela tinha visto seu cartão de identificação. É certo que hoje é seu aniversário.

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