"Tudo bem, Srta. Braga."
O atendente trouxe um esboço do design e o contrato com os requisitos para a caneta personalizada, pedindo para Shirley assinar.
Depois que ela assinou, o atendente guardou o contrato.
"Srta. Braga, sua caneta ficará pronta amanhã. Nós entraremos em contato por telefone assim que estiver finalizada."
"Obrigada."
Shirley se levantou para pagar, mas foi impedida por Lauro.
"Cunhada, esta é a minha loja. Não posso deixar você pagar por isso."
Ao ouvir isso, Shirley assentiu educadamente e agradeceu:
"Obrigada. Mas este é um presente que quero dar a outra pessoa, não posso deixar você arcar com esse custo. Peço que aceite o pagamento."
Dizendo isso, ela entregou o cartão ao atendente.
O atendente hesitou, olhando para Lauro.
Lauro acenou com a mão, sinalizando para que ele processasse o pagamento.
"Você tem razão, cunhada. Então depois eu lhe darei uma igualzinha de presente."
"Não precisa, você é muito gentil."
Shirley não tinha muita intimidade com Lauro, ou melhor dizendo, ela não era próxima dos irmãos de Gilson.
Sem vontade de prolongar a conversa, ela achou uma desculpa e disse:
"Pode continuar seu trabalho, tenho outros compromissos. Não vou tomar mais seu tempo."
"Tudo bem, cunhada, vá com cuidado."
Shirley saiu empurrando General.
Lauro levou a mão ao queixo, semicerrando os olhos ao observar Shirley de costas, murmurando:
"Então era um presente de aniversário personalizado para o Gilson… Se ele souber disso, vai ficar tão feliz que nem vai precisar ficar hospitalizado, vai sair pulando por aí."
Pensando nisso, chamou o gerente.
"Diretor Saraiva, em que posso ajudar?"
"A caneta que minha cunhada encomendou, peça para fazer mais uma, mas em versão de casal. Entregue ambas a ela amanhã."

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor Perdido na Avalancha O Fim Sem Renovação
Estou amando esta história...
Gente da pra protegei parou no cap ?...
Linda história pena q a mocinha sofre muito....