Amor Por Ela, A Desprovida romance Capítulo 9

Finley virou a cabeça, quando o ouviu se mover, congelando ao ver o fogo em seus olhos.

Sua confiança e determinação anteriores vacilaram ligeiramente, quando a timidez a invadiu. Seu coração começou a bater descontroladamente e ela inconscientemente mordeu os lábios.

Pois eram dois estranhos prestes a se tornarem íntimos.

Após isso, Finley se tornaria uma mulher, e com sorte, uma mãe…

Ela guinchou quando Bryan a pegou como uma princesa, seus braços imediatamente envolveram o pescoço dele, para se firmar.

Rindo um pouco nervosamente, enquanto olhava nos olhos escuros dele. De perto, era ainda mais bonito, como se os céus tivessem passado um tempo extra esculpindo-o, tudo era perfeito.

Bryan ficou quieto, enquanto observava o rubor no rosto de Finley aumentar. Enquanto observava, uma pequena língua rosa apareceu para molhar aqueles lábios beijáveis.

Antes que pudesse ceder ao impulso, um cheiro doce fez cócegas em seu nariz, e o olhar dele escureceu, perguntando: “Que perfume você tá usando agora?”

Ela sorriu e passou os braços em volta dele com mais segurança, dizendo: "Chama-se 'The Pink Rose'."

Então, se aproximou e sussurrou no ouvido dele: “Ninguém mais cheirou isso antes, você é o único que pode sentir esse cheiro."

Bryan a encarou com olhos insondáveis, e perguntou: “Esse é o seu presente pra mim?”

"Entre outras coisas...", respondeu ela enigmaticamente: "Quero que saiba que sou única."

De repente, ele se virou e a jogou na cama.

Então, a estrutura musculosa do homem a pressionou, roubando o fôlego de seus pulmões.

Ela piscou, surpresa com seus movimentos abruptos, mas então sorriu e fechou os olhos.

“Marido, por favor, seja gentil”, disse.

Era a primeira vez dela, e se o homem decidisse ser mais bruto, ela se machucaria e não poderia aproveitar.

Ele franziu ligeiramente a testa e seus olhos ficaram frios, ao ouvir as palavras dela.

Finley era recheada de contradições, havia tomado a iniciativa com confiança e o provocado muito.

Então, um pensamento amargo ocorreu a ele: 'Ela é tão ousada assim na frente de outros homens, também?'

Por um momento, se perguntou se algum outro homem já a havia visto assim.

Quando o silêncio se estendeu e ele não fez nenhum movimento, para fazer mais do que deitar sobre ela, Finley abriu os olhos.

Nervosa, perguntou: “Marido… não me diga… que não consegue fazer levantar?”

Ele apertou os lábios com força e olhou para ela com olhos penetrantes, era como se estivesse procurando respostas em seu rosto.

Mas ela não notou seu olhar, estava ocupada pensando que se isso fosse verdade, iria...

Ela então iria curá-lo!

Precisava de seu filho!

“Não se preocupe, vou te ajudar.”

Antes que ele pudesse entender o que ela queria dizer, a mulher saiu de debaixo dele e inverteu as posições, montando em sua cintura.

Talvez ele preferisse uma mulher que tomasse a iniciativa.

“Querido, só deite-se, feche os olhos e sinta...”, disse em seu ouvido.

Apesar das palavras suaves, suas ações eram um tanto desajeitadas.

Finley não percebeu o brilho de ciúme raivoso nos olhos do homem, enquanto se sentava montada nele e concentrava sua atenção em desabotoar os botões da camisa dele. Então, uma ideia surgiu em sua mente, e apertando seus lábios, os baixou até os dele.

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