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Apenas Clara romance Capítulo 575

— Pfui!

Sérgio Alves cuspiu o chá que acabara de beber, olhando incrédulo para sua filha, que parecia um pouco tímida.

João Cavalcanti estava igualmente surpreso.

A palavra "noivar" ecoava em seus ouvidos até aquele momento, recusando-se a dissipar.

Sua mão, pousada sobre o joelho, fechou-se involuntariamente.

Os nós dos dedos ficaram levemente brancos, mas no fundo de seus olhos havia uma euforia incontrolável.

Se não fosse pela presença dos outros, ele teria desejado abraçá-la e perguntar várias vezes se aquilo era verdade!

O rosto do Sr. Bruno Alves iluminou-se instantaneamente de alegria.

— Ótimo! Isso também é motivo de celebração! Sérgio, o que você acha?

Sr. Bruno Alves quebrou o breve congelamento de Sérgio Alves.

Ele voltou a si, com uma expressão extremamente complexa.

— ...O que eu digo ainda vale alguma coisa?

— Então está decidido! — O Sr. Bruno Alves bateu o martelo na mesa.

...

No caminho, o interior do carro estava em silêncio absoluto.

Clara Rocha, mesmo sem olhar para o rosto do pai, podia adivinhar que ele não estava se sentindo bem.

No fim das contas, ela tinha sido impulsiva.

— Pai. — Chamou ela.

Sérgio Alves não respondeu.

Ela sussurrou.

— O senhor está bravo comigo?

— Eu lá tenho coragem de ficar bravo com você? — Sérgio Alves olhou para fora da janela, com expressão deprimida. — Você errou? Não. O erro é dos outros. Aquele moleque sem educação... Eu odeio homens que usam palavras bonitas para seduzir a filha dos outros. Cheio de lábia. Eu nem sei a cara que ele tem, e você já se apaixonou por ele usando aquela máscara ridícula?

Ele continuou.

— Ouvi dizer que no Sudeste Asiático existe um tipo de feitiçaria, uma amarração. Ele não fez isso com você, fez? Teria colocado algum encosto em você?

O motorista não conseguiu conter um bico.

O patrão estava levando a imaginação longe demais...

— Pai, na verdade... — Clara Rocha respirou fundo, decidindo não esconder mais. — Tem uma coisa que eu queria te contar há muito tempo.

— É melhor não contar. — Sérgio Alves levantou a mão, interrompendo-a com um suspiro. — O que você vai dizer com certeza é algo que eu não quero ouvir.

Ela baixou os olhos e murmurou baixinho.

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Capítulo 575 2

Capítulo 575 3

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