Quando Vicente saiu da empresa, alguém bloqueou seu caminho de repente. Justo quando ele se sentiu em alerta, Fábio passou o braço em volta do pescoço dele com entusiasmo. — Nossa, garoto, me viu e não reconheceu? Vamos, nós dois vamos colocar o papo em dia hoje.
— Não, quem é você... — Vicente estava prestes a se libertar quando a parte de trás do seu pescoço foi pressionada, e ele foi rapidamente jogado dentro de um carro.
Vicente estava em pânico, mas a porta do carro já estava trancada, ele não podia sair.
— Você é o Vicente, certo?
Ao ouvir a voz de Clara, Vicente ficou surpreso e se virou para a mulher deslumbrante no banco de trás.
Clara sorriu. — Não fique nervoso, vamos encontrar um lugar para conversar.
— Vocês... quem são vocês? — Ele engoliu em seco, de repente sentindo-se culpado.
— Se viemos procurar você, já deve adivinhar pelo que é. — Clara folheou uma revista casualmente.
Vicente ficou em silêncio. Um tempo depois, ele disse de novo: — Para onde estão me levando...
Clara não disse nada.
Fábio, que estava sentado ao lado dele, colocou a mão no ombro dele. — Garoto, por que a tensão? A gente não come gente, relaxa.
Embora dissesse isso, o corpo de Vicente tremia muito.
Clara olhou para ele de leve. Quem fez algo ruim, claro que não consegue relaxar de verdade.
O carro virou em várias ruas e parou debaixo da Ponte do Rio Largo.
A área estava vazia.
Ao ver essa cena, Vicente se recusou a sair do carro, de jeito nenhum. Fábio agarrou a parte de trás do pescoço dele e o tirou do carro como quem segura um frango.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Apenas Clara
Affffff, cobram em dólar pra não continuidade?...
Não tem o restante?...