Sem tempo para pensar muito, Dália Campos sabia que a scooter não podia parar!
— Para onde? — ela perguntou, enquanto aumentava a velocidade.
Lázaro Serra sentiu uma ponta de curiosidade sobre ela: — Há uma chance de eles virem atrás de nós, você não tem medo?
— E eu poderia simplesmente te jogar no meio do caminho e te deixar pra trás só porque estou com medo?
Lázaro Serra: — Não seria uma má ideia.
Dália Campos franziu a testa: — Pare de falar besteira. Se você achasse que eu pudesse te abandonar, não teria me deixado te carregar na scooter agora pouco.
Na pior das hipóteses, ele poderia simplesmente ter roubado a scooter para fugir!
Ah, não, esquece, esse cara não sabe pilotar.
Evidentemente, Lázaro Serra não fazia ideia das paranoias que passavam pela cabeça de Dália Campos.
Ele só sabia que a situação atual era realmente perigosa. Se aqueles caras deduzissem a sua rota de fuga, poderiam alcançá-los a qualquer momento.
— Vamos para a sua escola. Eles não vão se atrever a entrar no colégio, e também não vão imaginar que eu estaria lá.
Dália Campos ficou sem palavras, mas concordava.
Naquela região, a única opção segura era subir a montanha; descer significava cruzar de frente com os perseguidores.
Ela perguntou, ainda um pouco curiosa: — Quem são essas pessoas? Por que querem te matar?
Logo depois de perguntar, ela se arrependeu: — Desculpe, não foi minha intenção, não diga nada, por favor, eu prefiro não saber.
Em uma família grande como a Família Serra, as coisas eram sempre complicadas demais.
Saber demais não traria benefício algum para ela.
Ao ouvir isso, Lázaro Serra achou a garota um pouco fofa.
Ela parecia uma tartaruguinha, colocando a cabeça de fora para testar o ambiente e recolhendo-a rapidamente ao perceber o perigo.
Pessoas que temem a morte valorizam a vida, e isso era bom.
— Fomos enganados!
No local da explosão, vários homens sofreram ferimentos de diferentes gravidades.

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