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Após divórcio, ex-marido implora por reconciliação todo dia romance Capítulo 201

Ao ouvir as palavras inocentes da criança, as pessoas presentes inicialmente ficaram surpresas, depois caíram e gargalhada.

Desde que haviam encontrado a Sra. Giovanna, a expressão de Eduardo tinha sido bastante sombria.

Quanto a Alex, seu temperamento sempre foi frio e indiferente, então ele não demonstrava suas emoções.

Nesse momento, todos riram alto tudo por causa da frase dirigida a Tatiana: "Você pode ser minha mãe?"

Mas, depois do riso, sentiram uma leve tristeza.

Se a mãe daquela criança estivesse ao seu lado, provavelmente ela não teria se tornado tão retraída. Deveria ser como as outras crianças, deveria poder crescer, chorar, fazer birra, trazer alegria para os mais velhos da família.

Infelizmente, o destino não era justo com todos.

Tatiana também sorriu apenas por um momento antes de retomar sua expressão original. As palavras puras da criança a deixaram um pouco triste.

Ela olhou seriamente para Geovane, que parecia não entender por que todos estavam rindo. Ela falou seriamente para ele:

- Desculpe, Geovane, mas eu não posso ser sua mãe. Você também não pode me chamar de irmã bonita, porque eu sou sua tia, seu pai é meu irmão. Eu realmente não posso ser sua mãe.

Ele tinha um olhar tão inocente, como se não conseguisse processar aquela enxurrada de informações. Depois de um tempo, ele finalmente disse:

- Tia Taís?

- Sim, eu sou sua tia Taís, você tem que se lembrar disso, eu não sou a nova cozinheira.

Tatiana o abraçou e balançou um pouco, mas seus braços começaram a doer, então ela colocou a criança no chão.

Dessa vez, Geovane não agarrou seu pescoço, não se recusou a soltar. No entanto, seus olhos ainda estavam fixos no rosto de Tatiana, como se estivesse a avaliando seriamente.

Depois de um tempo, ele voltou a falar:

- A vó disse que a tia Taís se perdeu acidentalmente e que, quando ela voltou, nossa família finalmente se reuniu. Então, se eu me comportar, minha mãe também vai voltar eventualmente, certo?

A voz infantil, pura e cristalina, tocou o coração de todos.

Giovanna, que já tinha uma natureza melancólica e sensível, sentiu a emoção das crianças como se fosse sua, e seus olhos rapidamente se encheram de lágrimas.

Felizmente, Paloma notou e prontamente apoiou a Sra. Giovanna.

Da mesma forma, a expressão dos outros também não era das melhores.

Mas eles não sabiam como responder à pergunta da criança.

A descoberta de Tatiana por Eduardo havia sido uma coincidência inesperada, devido à semelhança física dela com a família Garrote e aos laços de sangue.

Mas como eles poderiam encontrar a mãe de Geovane sem nenhuma pista? Para onde iriam?

Sem certeza absoluta, eles hesitaram em dar uma resposta.

Às vezes, em vez de oferecer uma esperança incerta, era melhor não alimentar expectativas irreais.

Enquanto todos permaneceram em silêncio, Tatiana suavemente segurou a mão de Geovane.

- Você quer encontrar sua mãe biológica, certo?

Geovane assentiu ansiosamente.

- Claro.

Tatiana apertou sua mãozinha e sorriu gentilmente.

- Então, cresça saudável e bem comportado, e quando for grande o suficiente, você terá a habilidade para encontrar sua mãe. Claro, nós e seu pai também não desistimos de procurá-la. Se pudermos encontrá-la mais cedo, ficaremos felizes. Mas, a tia quer dizer que sua mãe te ama muito. Talvez ela só esteja enfrentando algumas dificuldades no momento e por isso te deixou com seu pai. Só não se esqueça que todos te amam muito, e você só precisa crescer forte e saudável, tá bom?

Geovane pareceu entender, mas não completamente, e gesticulou com suas mãozinhas.

- Então eu poderei encontrar ela quando crescer, certo?

Tatiana acariciou sua cabeça, mas não respondeu.

- Se preocupe por enquanto em crescer e acompanhar a avó, que tal?

O pequeno acenou com a cabeça vigorosamente.

- Sim!

Mas Carolina...

De repente, Lorenzo se lembrou de uma cena no banquete de casamento, e sentiu uma onda de náusea. Seu rosto empalideceu.

Pedro se levantou do sofá.

- Lorenzo, você está bem? Que remédios foram esses que você tomou? - Ele deu a Lorenzo um copo de água morna, seu olhar estava preocupado. - Quer que eu te leve para o hospital?

- Não precisa. - Lorenzo recuperou um pouco a cor do rosto após um momento e, se levantando, jogou o remédio na gaveta. - Vou me deitar um pouco. Peça ao Boris para resolver a questão do banquete de casamento. E a relação com a família Garrote termina aqui. Elabore outro documento de transferência de propriedade como compensação para eles.

Pedro retorceu a boca.

- Depois de tudo isso, você ainda vai dar a eles uma compensação?

Lorenzo baixou o olhar.

- Considere isso como se eu estivesse quitando minha dívida com ela.

Depois disso, eles não teriam mais nada a ver um com o outro.

Ele sentiu um alívio quando saiu do banquete de casamento e entendeu que talvez não quisesse realmente se casar com Carolina. Era tudo apenas um fardo que ele impôs a si mesmo ao longo dos anos, enquanto enfrentava o avô da família Borges.

Talvez todos estivessem certos ao criticar ele, por ser ingrato com todos que foram bons com ele. Agora, olhando para trás, ele estava realmente sendo ingrato?

Mas, àquela essa altura, falar não fazia mais sentido.

Talvez ele estivesse predestinado a ser uma pessoa egoísta e sozinha, talvez ele merecesse ficar fechado naquela sala escura, sem ninguém para sentir pena dele.

Não era Carolina.

Nem Tatiana.

Lorenzo reprimiu as emoções dispersas em sua mente e estava prestes a ir para o quarto descansar quando Boris entrou no escritório e disse:

- Presidente Borges, acabei de ver que a Mansão Riacho Belo e algumas outras propriedades transferidas para a senhora estão sendo colocadas à venda. O que você acha...

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