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Após divórcio, ex-marido implora por reconciliação todo dia romance Capítulo 367

Assim que a voz irritada se calou, o homem no leito do hospital finalmente se moveu, e seus olhos escuros ligeiramente agitados se voltaram para Pedro.

- E o seu querido irmão, o que tem ele?

- O que ele tem? O que ele poderia ter? Não está fazendo nada além de correr atrás da Taís, e ainda tem a ousadia de ir na casa dela para comer de graça!

Pedro, sem ligar para Lorenzo, começou a xingar e a digitar uma série de mensagens desagradáveis para Rafael, que, por sua vez, o ignorou.

O jantar da família Orsi havia terminado, e ele foi chamado por Leopoldo para uma conversa a sós.

Claramente, havia algo que precisava ser discutido, então ninguém mais foi alertado.

Especialmente Tatiana.

Atrás do quintal, havia um canteiro de rosas de várias cores que, sob a luz dos lampiões erguidos, parecia ainda mais deslumbrante.

Ele não começou a falar imediatamente, mas pegou algumas ferramentas de jardinagem para podar algumas flores que estavam um pouco murchas.

Rafael não entendeu o gesto e disse:

- Não sei por que o irmão me chamou aqui, há algo que quer me dizer?

Leopoldo soltou uma risada baixa.

- Minha irmã ainda não deu o braço a torcer, e você já está me chamando de irmão, não acha isso um pouco precipitado?

Rafael respondeu com outra risada baixa.

- Eu tenho confiança, é só uma questão de tempo. Vou lhe chamar de irmão agora, imagino que o senhor não se importará, afinal, cedo ou tarde terá que se acostumar, não é mesmo?

Foi então que Leopoldo colocou de lado as ferramentas e se virou para a pessoa ao lado.

Rafael não evitou seu olhar.

Ele permeceu impassível, nem humilde nem arrogante, com as costas retas, como um sentinela.

Após um longo olhar, Leopoldo finalmente suavizou sua expressão.

Ele girou a torneira para lavar as mãos e convidou o outro para se sentar à mesa sob a luz, e serviu dois copos de água morna.

- Acabamos de jantar, então vamos beber apenas água, você não se importa, né?

Rafael se sentou de maneira educada, frente a frente com ele.

- Claro que não, o que o irmão disser está dito.

- Eu não vou interferir nos sentimentos da Taís. - Declarou Leopoldo. - Nesse tipo de coisa, eu respeitarei a opinião dela. Se você realmente fizer a Taís reconhecer o relacionamento de vocês, eu concordarei. Se não, acho que você mesmo sabe que não há necessidade de vir me procurar novamente.

Rafael curvou os lábios, os olhos escuros por trás dos óculos brilharam.

- Eu vou me esforçar, espero que no futuro eu possa te incomodar mais vezes, irmão.

- O futuro é incerto.

Leopoldo ligou o tablet que estava na mesa e deslizou casualmente o dedo pela tela.

Sob a luz da lua, o brilho da tela lançava sombras no rosto bonito de Leopoldo, lhe dando um ar de nobreza.

- Eu e meu pai estamos bem informados sobre os assuntos da família Alves, e sabemos que essa bagunça não tem muito a ver com você. De um ponto de vista externo, a maneira como você lida com as coisas é admirável.

Para conseguir liderar a família Alves com tão pouca idade, relmente tinha algum mérito.

Nos negócios, ele seria um bom parceiro.

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