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Após divórcio, ex-marido implora por reconciliação todo dia romance Capítulo 493

Tatiana podia ouvir claramente que não era o seu nome que estava sendo chamado, mas ainda assim se virou instintivamente.

No momento em que se virou, aquela pessoa já estava diante dela, atravessando a multidão com um olhar cheio de preocupação.

Até ele parar na sua frente, Tatiana não tinha certeza se aquela pessoa estava procurando por ela. Mas ela não era tola e, ao encontrar os olhos do homem cheios de emoções complexas, parou completamente.

Pelo menos pela aparência, ele não parecia ser uma pessoa má. Na verdade, havia algo de familiar e acolhedor nele.

- Olá, você está procurando por mim? - Perguntou Tatiana calmamente, enquanto a luz da manhã atravessava as árvores na beira da estrada, iluminando a testa do homem.

A rua estava cheia de pessoas barulhentas, carros buzinando e gaivotas voando e cantando, mas Eduardo não ouvia nada disso.

Era como se ele tivesse bloqueado todos os sons ao redor e não visse nada além do rosto familiar da irmã que ele mesmo havia trazido de volta para casa.

A alegria de encontrar ela novamente não teve chance de surgir, sendo imediatamente extinta pelas palavras gentis da jovem.

Uma ducha de água fria.

Eduardo não conseguia descrever seus sentimentos naquele momento, mas sabia que não era hora de perder a cabeça.

Por um momento, sua mente travou. Ele se virou para o lado e respirou fundo antes de conseguir controlar suas emoções.

- Taís Orsi, não sei qual é a sua situação agora e não quero perguntar sobre sua relação com Guilherme aqui. Mas ouça bem, meu nome é Eduardo, sou seu irmão, de sangue! Quanto ao resto, falaremos depois. - Disse Eduardo, firmemente.

Como se tivesse medo de que ela desaparecesse num piscar de olhos, Eduardo segurou o pulso dela com uma mão enquanto usava a outra para pegar seu telefone e fazer uma ligação.

Embora não fosse incomum ver pessoas caminhando de mãos dadas em direção à praia, o contraste nas expressões faciais de ambos, aliado à sua aparência marcante, fez com que vários passantes olhassem curiosamente para eles.

Tatiana ficou um pouco sem graça, tentando se soltar do aperto de Eduardo.

No entanto, ele era muito forte. Inicialmente, ele tinha medo de machucar ela, mas ao perceber que Tatiana estava lutando, imediatamente afrouxou a força em suas mãos, lançando um olhar de aviso.

Seu rosto não demonstrava muita raiva, mas de alguma forma fez com que Tatiana se sentisse um pouco injustiçada.

Ela se colocou diante de Eduardo, interrompendo a ligação telefônica dele sem cerimônia, com uma expressão indignada.

- Você pode ser razoável? Podemos conversar civilizadamente? Eu não sou uma criminosa, se você falar comigo direito, eu vou ouvir. Por que você está agindo assim? Eu não vou fugir. - Assegurou Tatiana.

Eduardo, que estava ao telefone apenas para avisar Leopoldo que já tinham encontrado Tatiana, nem teve tempo de falar antes de ouvir sua irmã mais nova expressar tais palavras sem rodeios. Era difícil não suspeitar que ela estivesse com algum problema na cabeça.

Eduardo, ignorando momentaneamente a conversa com Leopoldo, resmungou friamente para Tatiana.

- Quem sabe se você vai ou não fugir? Você viu seu irmão e nem se deu ao trabalho de cumprimentar, e ainda me perguntou se eu estava te procurando. Se eu não cuidar de você, quem sabe se você não será enganada novamente pelo louco do Guilherme? - Disse Eduardo.

Tatiana, embora repreendida, não se sentiu tão injustiçada, mas sim teve um impulso automático de retrucar.

Se não tivesse certeza de que não conhecia aquele homem, teria respondido algumas palavras duras.

Naquele momento, era apenas por uma questão de educação pessoal e por não estar certa se o que ele dizia era verdade que ela, curiosa, se conteve e seguiu ao lado dele, tentando justificar para si mesma.

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