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Após o divórcio, a Presidenta se arrependeu romance Capítulo 20

No dia seguinte, ao amanhecer.

Na sala privada número um do Hotel Fênix Cantante.

- Sr. Ademir, agradeço a sua proteção. Aqui está a Erva do Coração do Dragão que você pediu. Dê uma olhada.

Gabriela colocou uma elegante caixa de madeira na mesa e a empurrou para frente.

Ademir a abriu para olhar.

Dentro da caixa de madeira, havia uma erva vermelha da cor de sangue.

A erva se torcia e contorcia, parecendo um dragão com garras abertas, era bastante peculiar.

Um leve cheiro exótico era perceptível ao nariz.

- É realmente a Erva do Coração do Dragão! Muito obrigado, Srta. Gabriela! - A face de Ademir se iluminou.

Ao longo dos anos, ele estava em busca de várias ervas preciosas.

Agora, ele finalmente encontrou mais uma.

"Faltam apenas cinco ervas. Quando eu conseguir achá-las tudo terá salvação!"

- Não precisa agradecer, é o que você merece. Na verdade, eu que deveria agradecer. - Gabriela deu um sorriso.

- Srta. Gabriela, tenho um favor a pedir. Se você encontrar esse tipo de erva rara no futuro, você poderia me contatar imediatamente? Estou disposto a pagar bem por elas! - Disse Ademir, com um semblante sério.

- Claro que posso, mas estou um pouco curiosa, para que o Sr. Ademir precisa destas ervas? - Gabriela perguntou, tentando sondar.

- Para salvar uma vida. - Ademir hesitou por um momento antes de responder. - Tenho um amigo que foi gravemente ferido e precisa dessas ervas raras para sobreviver.

- Nossa! Que doença é essa tão grave que até você, Sr. Ademir, não pode curar? - Gabriela se surpreendeu.

Ela tinha visto as habilidades médicas de Ademir em primeira mão. Dizer que ele poderia trazer pessoas de volta à vida não seria um exagero.

- A habilidade médica sozinha não basta, também precisamos de muitas ervas para auxiliar no tratamento. - Ademir balançou a cabeça.

Mesmo uma mulher habilidosa, sem ingredientes, ela não poderia cozinhar. Da mesma forma, mesmo que um médico tenha habilidades excepcionais, sem as ervas medicinais correspondentes, ele não poderia curar muitas doenças graves e fortalecer a base do corpo do paciente.

- Entendi. - Gabriela acenou em compreensão. - Não se preocupe, vou ficar de olho em ervas preciosas para você e notificá-lo assim que souber de algo.

- Agradeço desde já. - Ademir assentiu levemente.

- São pequenas coisas. Vamos manter contato. - Gabriela piscou de forma sugestiva.

- Certo, vamos manter contato.

Ademir não ficou por muito tempo. Depois de conversarem por mais algum, ele partiu.

Vinte minutos depois...

Na entrada da Clínica do Bem-Estar.

Ademir entrou em passos largos, segurando duas garrafas de bebida.

- Velho bêbado, veja o que trouxe para você! - Ele gritou enquanto olhava em volta.

Rapidamente, seguindo o som dos roncos, Ademir encontrou um homem bêbado e sonolento embaixo da mesa da Clínica.

O homem era cego de um olho, tinha uma perna amputada e estava vestido de forma desleixada, parecendo um mendigo.

- Acorda! - Ademir empurrou o velho.

O homem ignorou-o, virou-se e continuou a dormir.

Os roncos ficaram ainda mais altos.

- Dormindo tão profundamente?

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