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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 373

Sofia disse, palavra por palavra:

— Samuel, você me viu toda!

Samuel a encarou.

— Eu não vi.

— Está negando? Você não me olhou agora há pouco?

Samuel hesitou. Tinha olhado, ele não era cego.

O rostinho bonito e delicado de Sofia estava coberto por um leve rubor. Só de lembrar do que acabara de acontecer, ela sentia vergonha e irritação. Achava que era Emilly que tinha entrado, não esperava que fosse ele.

— O que você viu? E o que ouviu? — Perguntou Sofia.

Samuel ficou em silêncio, não respondeu.

Sofia odiava aquele jeito dele, calado, indiferente.

— Ficou mudo agora?

Samuel disse:

— Você disse que queria ter seios tamanho D...

— Ah! — Sofia deu um gritinho, se pôs na ponta dos pés e tapou a boca dele com a mão, impedindo-o de continuar. — Não diga mais nada!

A mãozinha dela subiu de repente, e os dois ficaram bem próximos. Samuel olhou nos olhos dela, olhos lindos e radiantes como o sol, iguais aos da primeira vez que a viu.

Naquele dia, chovia. Ele a salvou por acaso. Na época, ela ainda tinha uma marca de nascença preta no rosto, mas os olhos continuavam tão bonitos quanto agora.

Samuel estendeu a mão e, com calma, tirou a mão dela da própria boca.

— Eu não queria dizer nada. Foi você quem insistiu.

Sofia falou:

— E ainda tem coragem de repetir!

Samuel respondeu:

— Então eu vou embora.

Ele tentou sair.

Mas Sofia ficou na frente da porta, impedindo que ele passasse.

— Samuel, você me viu toda! O que vai fazer com isso?

Ele realmente tinha um abdômen definido.

A cintura dele era fina, forte. Usava uma calça preta com amarração, e aquela linha perfeita do abdômen em "V" sumia dentro da calça, provocando pensamentos ousados.

Sofia continuou levantando a camisa e logo viu as cicatrizes.

Havia muitas. Várias cicatrizes se cruzavam, algumas mais fundas, outras mais suaves. Feridas antigas misturadas com novas.

"Como alguém pode ter tantas marcas assim no corpo?"

Sofia esticou a mão, querendo tocar aquelas marcas.

Mas antes que conseguisse, Samuel segurou seus dois pulsos finos e os pressionou contra a parede. Seu corpo alto e forte se aproximou.

— Eu só te olhei. Não te toquei.

Ou seja, ela também não podia tocar.

Sofia piscou, surpresa com a proximidade repentina. Agora, o rosto sério e marcante dele estava bem diante do dela. Gaguejando, ela perguntou:

— Vo... você está me encurralando contra a parede?

Samuel ficou tenso. Só então percebeu que os dois estavam colados. Com os pulsos presos, o peito dela pressionava contra ele, criando uma atmosfera carregada de tensão e desejo.

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