Emilly tratou do ferimento e fez o curativo, mas, infelizmente, a ferida de Mateus se infeccionou e, quando ele se deitou, começou a ter febre alta.
Mateus sentia muito frio. Emilly ligou o ar-condicionado e o cobriu com várias mantas, mas ele ainda sentia calafrios. O suor frio escorria de sua testa e seus lábios estavam pálidos.
Emilly achava que ele merecia aquilo. Quando levou Monique ao hospital, por que ele não havia cuidado do próprio ferimento na hora?
Emilly lhe deu uma injeção, mas ele teria que passar pela febre sozinho. Quando a febre baixasse, ele melhoraria.
Emilly levantou a coberta e se deitou ao lado dele.
O corpo dele estava realmente gelado, como um bloco de gelo, irradiando uma sensação de frio intenso.
Ela não podia deixá-lo de lado. Com os dentes mordendo o lábio, ela aproximou seu corpo delicado do dele.
Ele estava de costas para ela. Emilly evitou o ferimento e, por trás, o abraçou.
Mateus sentiu a presença dela. Ela estava ao seu lado, seu corpo macio encostado ao dele e, através da fina roupa, o calor dela lentamente aquecia seu corpo.
Logo, suas pequenas mãos se estenderam e pousaram sobre os músculos abdominais dele.
Ela os tocava suavemente, com uma curiosidade cautelosa.
Mateus fechou os olhos e, com a voz rouca, disse:
— Emilly, eu estou doente!
Emilly sabia. Ele estava doente, por isso ela tinha que encontrar uma maneira de aquecê-lo.
Ela só podia usar o método mais primitivo para estimulá-lo.
Mas ela não era Monique, e não sabia se isso funcionaria.
Emilly ficou em silêncio. No começo, estava insegura, mas agora estava mais ousada. Sua mão subiu até o peito musculoso dele.
Que sensação…
Mateus percebeu que ela estava ficando mais ousada. A pequena mão dela foi acendendo o desejo dentro dele, mesmo estando ele doente.
Mateus segurou sua mão com força, a garganta se movendo ao respirar com dificuldade. Ele disse, com voz firme:


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