Vitória olhou para Eduardo.
— Essa menina Monique é tão teimosa. Está na cara que o presidente Mateus não gosta dela. O casamento não pode ser forçado desse jeito!
Eduardo conhecia bem Monique. Em todo o Coração do Vale, não havia ninguém que pudesse se comparar a Mateus. Monique queria se casar com o homem mais poderoso e não estava disposta a desistir.
Antes, por ela ser sua filha, ele também desejava que Mateus se casasse com Monique. Mas já haviam se passado três anos, e o coração de Mateus continuava firme por Emilly.
Eduardo suspirou.
— Vou arranjar um momento para conversar com a Monique.
Vitória assentiu com a cabeça.
— Tudo bem. Vamos para o quarto, você machucou a cintura, vou passar um remédio em você.
...
Depois do jantar, Emilly e Sabrina foram para o quarto. Emilly deu banho em Sabrina.
Sabrina sorriu e disse:
— Mamãe, o tio saiu hoje e não voltou mais. Será que ele está muito ocupado?
Emilly também não sabia o que Mateus tinha ido fazer.
— Sabrina, acho que o tio foi para a empresa. A empresa dele é muito grande, ele precisa cuidar de muita gente.
Sabrina comentou:
— Então o tio trabalha muito, coitado.
Emilly esticou a mão e deu um leve toque no narizinho de Sabrina.
— Sabrina só tem pena do tio, não tem pena da mamãe? Mamãe está até com ciúmes.
— Sabrina ama mais a mamãe do que tudo. — Respondeu Sabrina, dando um grande beijo no rosto de Emilly.
Logo Emilly terminou o banho e carregou Sabrina, já limpinha, até a cama.
— Sabrina, leia um pouco o livro de histórias, a mamãe vai tomar banho agora.
Sabrina assentiu.
— Está bom.
Emilly foi tomar banho.
Sabrina abriu o livro de histórias. Foi nesse momento que a porta do quarto se abriu, e a figura alta e imponente de Mateus apareceu.
Os olhos de Sabrina brilharam.
— Tio, você voltou!


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