A verdade era que ela nunca sabia do paradeiro ou dos movimentos de Gilberto.
Apenas que antes se importava, e agora não mais.
O banquete de aniversário estava marcado para a noite, então Ana levou Félix primeiro para a Mansão Antiga Paiva.
— A jovem senhora chegou. E este senhor é?
— Dona Paulina, este é meu irmão, Félix. Ele veio para parabenizar a vovó.
— Ah, então é o Sr. Leal. Por favor, entrem.
— Obrigado — agradeceu Félix, com gentileza.
Ana empurrou a cadeira de rodas para dentro da mansão. A matriarca ficou visivelmente mais feliz ao vê-la.
— Ana chegou! Venha sentar aqui perto da vovó.
Ana empurrou Félix em direção ao sofá e cumprimentou a matriarca primeiro.
— Vovó, este é meu irmão, Félix. Ele veio para lhe desejar feliz aniversário.
A matriarca olhou para Félix e se levantou do sofá.
— Você deve ser o Félix. Nós nos vimos no hospital, mas você não estava bem na época, talvez não se lembre de mim.
Félix, no entanto, respondeu:
— É claro que me lembro da senhora. Sei que me visitou algumas vezes no hospital. Agradeço muito por seu cuidado comigo e com a Ana. Vovó, este é um presente que preparei para a senhora, espero que goste.
Ana olhou para baixo. Sabia que Félix tinha trazido algo, mas não perguntou o que era o presente.
Ela sempre respeitou Félix e o apoiaria, independentemente do que ele desse de presente.
Nesse momento, outra pessoa no sofá falou de repente:
— Você tem um irmão?
Ana se virou e, por um instante, ficou atônita, como se não reconhecesse a mulher de meia-idade à sua frente.
A matriarca olhou para a mulher e depois pegou a mão de Ana.
— Ana, você já viu sua tia uma vez, esqueceu?



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