Esse era um título de campeão de [Música Celestial] conquistado com sua própria força.
Sem sombra de dúvidas.
"Falando assim, até me deu vontade de assistir de novo [Música Celestial], não faz muito tempo que acabou, né?"
"Ha, eu também! Dessa vez vou prestar mais atenção pra ver se encontro o grande herdeiro na cena!"
...
A noite foi se aprofundando aos poucos.
Quando Felipe chegou à Mansão Lua, já passava das onze da noite.
Ele entrou calmamente com o carro pelo portão da propriedade, estacionou e seguiu para a casa onde os avós estavam.
Mais cedo, os dois já haviam ligado várias vezes pedindo que ele voltasse para casa.
Assim que ele chegou, o avô parecia pronto para questioná-lo, mas ao ver a expressão de Felipe, os dois apenas trocaram um olhar silencioso.
Damião Cruz também não pegou a bengala para bater nele.
"O que foi aquilo nas notícias de hoje?" Só depois de um longo silêncio, Damião perguntou.
O rosto de Felipe estava sereno, como se aquele homem descontrolado de antes nunca tivesse existido.
"Patricio está tentando conquistá-la." A voz de Felipe era calma como um lago em paz. "Mas eu imagino que eles pretendem se unir para ganhar essa aposta, para ajudar ela a recuperar o que era da Família Guerra."
Os avós trocaram outro olhar, e então a avó falou:
"É mesmo?"
Eles achavam que Patricio estava sendo bem sério.
"Sim." Felipe respondeu tranquilo, como se tudo aquilo não passasse da coisa mais comum do mundo.
"Eu vou subir para dormir. Vovô, vovó, boa noite." Ele fez uma leve reverência e se virou para sair.
Mas, ao cruzar o batente da porta, algo começou a pingar devagar.
Ele levou a mão ao nariz: estava sangrando.
Talvez fosse só o corpo reagindo ao estresse.
Pensando nisso, já ia sair andando, mas no instante seguinte tudo escureceu diante de seus olhos e ele desabou no chão.


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