Lembrando-se daqueles dias de "tratamento", ela disse chorando: "Vitor, olhe para mim, o Felipe me torturou! Eu sofri tanto que desejei a morte, uh... uh... Vitor, ainda bem que tenho você. Você precisa me tirar daqui, senão, em pouco tempo, ele vai me torturar até a morte..."
Felipe desligou a chamada instantaneamente, mas a primeira parte da conversa já havia sido ouvida.
"Geovana!", Felipe rugiu.
Mas Geovana não demonstrou medo: "O que você vai fazer comigo?"
No momento seguinte, o celular tocou novamente. Era uma solicitação de videochamada.
"Atenda. O quê? Com medo?", Geovana zombou. "Mesmo que eu não dissesse nada, só de me ver assim, ele não pensaria que eu estava tendo uma vida boa no porão!"
Felipe cerrou os dentes. Vendo que o celular continuava a tocar, ele pisou no freio, pegou um pano e amordaçou Geovana. Depois, voltou a dirigir e, relutantemente, atendeu à chamada.
"Felipe!", Vitor rugiu furiosamente. "Por que você desligou a chamada! Estava torturando a Geovana de novo, não estava!"
Felipe não disse nada, apenas olhou para Vitor.
"Onde está a Geovana?", Vitor gritou. "Por que ela não está falando? Deixe-a falar comigo!"
"Vitor.", Felipe disse com frieza. "Estamos fazendo uma troca, entenda bem. Se algo acontecer com Cecília e Brenda, Geovana também não viverá!"
Felipe disse, palavra por palavra: "Eu renunciei ao cargo de presidente do Grupo Cruz. Vitor, não tenho medo de sujar minhas mãos de sangue!"
Os dois se encararam, e cada um viu a loucura nos olhos do outro.
"Bom, muito bom.", disse Vitor.
Então, ele gritou para o lado: "Venha aqui!"
A mão de Felipe apertou o volante com força.
Dentro da fábrica abandonada.
Brenda estava amarrada a um canto por Vitor.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Caráter Nobre do Amor: O Preço da Falsidade
Poderiam atualizar os últimos capítulos, por favor?...