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Casamento contratual O marido é gay romance Capítulo 14

Mansão Mercer

Sentada no carro de Nathan, Valentina sorriu relaxada.

—O que você acha, não sou muito boa atuando? — ela sorriu de forma tentadora, levantando as sobrancelhas.

—Sim — ele disse, enquanto sorria. — Continue trabalhando duro.

Valentina sorriu secretamente orgulhosa e de repente se lembrou do envelope que o pai de Nathan havia lhe dado.

Não parecia dinheiro, então ela semicerrou os olhos e olhou discretamente para Nathan. Sem que ele percebesse, ela silenciosamente tirou o envelope e se preparou para dar uma olhada.

“O que poderia ser?”

Ela estava muito curiosa e, ao mesmo tempo, animada. Valentina ficou sem palavras assim que abriu o envelope. Era um cartão bancário preto, o Visa Infinite Card, um dos cartões mais exclusivos do mundo.

—Oh, meu Deus, o que...! — Valentina tirou o cartão preto e abriu a boca em estado de choque — Deus, se eu não estiver enganada... Isso... Isso...

Nathan ouviu seus sussurros, virou o rosto para ver o que estava acontecendo e viu o cartão em sua mão.

—Aceite — ele disse.

—É demais, não posso aceitar.

Valentina recusou e colocou o cartão de volta no envelope.

—Pegue, meu pai não tem nada para te dar, exceto dinheiro. Se você se sentir envergonhada, espere um ano antes de devolvê-lo.

Ela pensou sobre isso e achou razoável. Então ela concordou e guardou o cartão.

O carro do velho Mercer seguiu atrás e Nathan dirigiu o tempo todo em direção ao leste da cidade, cada vez mais longe do centro de Londres.

—Você... Pegou o caminho errado? Estamos indo para outro lugar? — perguntou Valentina confusa.

—Iremos para a mansão do meu pai.

—Mansão? — ela perguntou — Uau, isso parece incrível... Então, o que eu tenho que fazer quando chegar à casa do seu pai?

“Sim, se continuar assim, vou precisar de uma lista”

—Eu preciso... — Nathan arqueou as sobrancelhas e sorriu de forma sedutora — Eu preciso que você durma na mesma cama que eu.

—O quê?! — ela de repente gritou em estado de choque — Não, não. Eu me recuso! Não posso dormir com você na mesma cama...

—Se acalme — Nathan a olhou irritado, se sentiu ofendido.

—Eu não estou interessada em você.

Valentina, por outro lado, estava gritando internamente.

“Estou preocupada em não conseguir me controlar com você ao meu lado”

“Você é quem me tenta!”

No entanto, ela continuou reclamando em voz alta.

—Não, de jeito nenhum. Isso é loucura! Se tivermos que compartilhar o quarto, vou dormir no chão. — Ela bufou firmemente.

Nathan apenas deu de ombros e sorriu.

—Como quiser, eu ia deixar você ficar na cama, mas já que você se ofereceu, quem sou eu para recusar sua generosidade?

“Cruel”

Valentina apenas o encarou, soltando uma risada de incredulidade. — Incrível, que cavalheiro.

Então ela revirou os olhos em exasperação e cruzou os braços, limitando-se a olhar pela janela com seu mau humor.

No outro carro, o pai de Nathan segurava em suas mãos informações detalhadas sobre Valentina e as lia com uma leve seriedade.

—Tyler — ele disse solene, o velho Mercer — Como está sua investigação?

—Já está quase pronta. — Tyler disse como se estivesse se apresentando para o trabalho.

—Não há rumores de que o jovem Nathan e a garota tivessem um relacionamento anterior, todos na empresa ficaram surpresos com seu casamento repentino.

O pai de Nathan franziu levemente a testa, esperando que não fosse como ele pensava. Valentina parecia uma garota agradável, ele realmente não esperava que ela estivesse conspirando com seu filho para enganá-lo.

—Passe — Nathan entrou primeiro.

Ela assentiu com a cabeça e entrou enquanto seu marido caminhava para o outro lado do quarto, para organizar algumas coisas, a primeira coisa que chamou sua atenção foi o pôster de uma estrela de basquete na parede.

—Fã de basquete, hein? — riu baixinho.

—Não posso acreditar que você ainda tem pôster colado na parede.

Nathan o tirou desajeitadamente, como uma criança pega no flagra. — Isso é da época em que eu era criança, não estou aqui há muito tempo. — murmurou, sem olhar nos olhos dela.

No entanto, Valentina sorriu para si mesma, pensando que ele parecia muito fofo quando estava envergonhado.

—Está bem, se você diz — Em seguida, ela viu uma foto emoldurada em uma mesa próxima e a pegou para olhar mais de perto.

Era uma foto familiar, de seu pai abraçando sua esposa e provavelmente seu filho pequeno em seus braços.

—Esta... É sua mãe? — Perguntou Valentina, segurando o porta-retratos.

—Quem te deixou tocar nisso? — Nathan de repente pegou o porta-retratos e gritou com Valentina — Eu não te disse que minhas coisas não podem ser mexidas?!

Ela ficou tão assustada com o seu rugido repentino que ficou completamente paralisada.

Depois de uma longa pausa, Valentina disse envergonhada.

—Sim... Desculpe... Não, não vai acontecer de novo.

Depois disso, incapaz de evitar e sentindo-se magoada em seu coração, ela queria sair dali.

Nathan segurou seu pulso e perguntou friamente:

—Para onde você vai?

—Eu... — baixou a cabeça e engasgou — Vou ao banheiro.

Pouco depois, uma lágrima caiu nas costas da mão de Nathan, ele olhou para sua mão e sentiu tristeza em seu coração, soltou seu pulso, e Valentina aproveitou a oportunidade para sair do quarto.

Olhando para as costas da garota e as lágrimas nas costas de sua mão, Nathan chutou a mesa com frustração, deixou o porta-retratos e seguiu Valentina.

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