Os olhos de Mirela se arregalararam e seu coração quase saltou pela boca.
A reação de Emanuel foi extremamente rápida. Ele desviou do bote da cobra num piscar de olhos e, em seguida, agarrou-a pelo pescoço, imobilizando-a firmemente em sua mão. Seu rosto escureceu no mesmo instante.
Mirela levou a mão ao peito e disse:
— Viu só? Eu sabia que havia algo errado. Se eu não tivesse sido cautelosa e entregasse a caixa diretamente para a sua mãe, ela com certeza teria se machucado.
Fez uma pausa e acrescentou:
— Essa cobra provavelmente é venenosa.
Com uma expressão sombria, Emanuel respondeu:
— Não é "provavelmente". Ela é venenosa. Altamente letal. Uma mordida e a pessoa morre.
O rosto de Mirela empalideceu no mesmo instante.
— Que plano perverso. Se tivesse dado certo, sua mãe morreria, e eu também. Qual é o verdadeiro objetivo dessa pessoa?
Segurando a cobra, Emanuel fechou os olhos por um segundo para estabilizar suas emoções e declarou:
— Eu vou investigar isso a fundo. Não tenha medo. De agora em diante, não aceite nada que não seja entregue diretamente por mim.
Mirela havia carregado a caixa durante todo o trajeto. Se o embrulho não estivesse tão bem fechado e a cobra tivesse escapado, ela teria sido a primeira a ser picada.
Ele mal ousava imaginar as consequências!
Mirela olhou para o corpo sinuoso da cobra enrolado no braço de Emanuel e sentiu os pelos da nuca se arrepiarem.
— Leve essa coisa para longe daqui, rápido.
Era aterrorizante.
Ela morria de medo de cobras.
Emanuel levantou-se, deu dois passos para trás e disse:
— Espere aqui um momento. Vou me livrar disso e depois levo você para onde vai descansar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade
Totalmente fora de contexto esse capítulo, ficou uma bagunça....
Descontaram 20 moedas no total...
Cobraram as moedas e não disponibilizou o capítulo, de sendo que está com erro...