O gerente do restaurante aproximou-se rapidamente, com o rosto fechado, exigindo que eles saíssem o mais rápido possível.
— Pá!
O homem deu um tapa no rosto de Brenda e praguejou:
— Sua vadiazinha, diz logo, quem é o cara que te banca? Ele está aqui? Esse ricasso que você arrumou não vale nada, você apanhou desse jeito e ele nem apareceu. Será que ele não liga a mínima para você?
Ele puxava Brenda, apontando o dedo no nariz dela enquanto a repreendia:
— Me diz, como você pode ter um gosto tão ruim? O Sr. Serpa, que eu encontrei para você, é um homem tão bom. Se você ficasse com ele, poderia comer do bom e do melhor. Por que você é tão teimosa?
O rosto de Brenda doía muito por causa do tapa, e as lágrimas rolavam de seus olhos. Ela encarou o homem à sua frente com raiva:
— Seu animal! Como você tem coragem de dizer algo assim? Eu sou sua própria irmã, e você queria me vender. Por que você não morreu por aí?!
— Você ousa me xingar, tem muita coragem mesmo!
O rosto do homem se encheu de fúria, e ele levantou a mão para bater em Brenda novamente.
Mas, no segundo seguinte, o joelho do homem foi chutado com força. Ele perdeu o equilíbrio e caiu direto no chão.
Brenda olhou surpresa e viu Mirela se aproximando. Ela agarrou o pulso de Brenda e disse:
— Venha comigo.
— Mirela...
Brenda a olhou com os olhos marejados, tão emocionada com a sua aparição repentina que nem sabia o que dizer.
Mirela puxou Brenda e as duas saíram do restaurante.
— Parem aí mesmo!
Ao ver isso, o homem se levantou cambaleando, correu atrás delas com os dentes à mostra, e estendeu a mão para agarrar o ombro de Mirela.
Mas, no segundo seguinte, o pulso dele foi agarrado.
— Ei! O que pensa que está fazendo?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade
Totalmente fora de contexto esse capítulo, ficou uma bagunça....
Descontaram 20 moedas no total...
Cobraram as moedas e não disponibilizou o capítulo, de sendo que está com erro...