Agora, com provas e testemunhas em mãos, Sr. Sérgio imediatamente discou o número.
Só que o telefone de David não atendia, então Sr. Sérgio teve que contar tudo primeiro para Vicente.
Vicente era o braço direito do Diretor Martins. Quando ouviu o relato do Sr. Sérgio, respondeu apenas: "Certo, vou repassar ao Diretor Martins."
E desligou na hora.
Ninguém esperava, porém, que Vicente, ocupado como sempre, fosse esquecer completamente do assunto.
Sr. Sérgio esperou por um bom tempo sem receber nenhuma resposta.
Dona Ema, impaciente, foi até ele. Ao saber da verdade, ficou furiosa: "Isso é o cúmulo! Aqueles quatro pestinhas, esses danadinhos, tiveram a ousadia de pregar peças em mim? Sr. Sérgio, você já contou isso ao Diretor Martins?"
Sr. Sérgio assentiu: "Eu contei ao Sr. Vicente, ele deve repassar ao Diretor Martins."
"E se o Sr. Vicente esquecer?" Dona Ema perguntou, preocupada.
Sr. Sérgio franziu a testa: "Acho que não vai esquecer..."
O olhar de Dona Ema se iluminou enquanto pensava numa solução: "Sr. Sérgio, por que você não chama aqueles quatro traquinas para o escritório agora e dá uma lição neles? Criança desobediente só aprende apanhando!"
Sr. Sérgio estremeceu, com um sorriso amarelo: "Isso... isso não é adequado..."
O olhar de Dona Ema ficou sério e ela retrucou, zangada: "Sérgio, quando você dormiu comigo, não achou inadequado!"
Ao ouvir isso, Sr. Sérgio ficou completamente desnorteado: "Fale baixo, não deixe ninguém ouvir..."
"Ah, não tem vergonha na hora de dormir comigo, mas agora tem medo de ser ouvido? Não quero saber! Se você não me defender hoje, vou contar para todo mundo!"


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