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CEO Mudado pelo Casamento romance Capítulo 59

Frederick parou na mesma hora, e sua expressão se tornou sombria. Com quem ela estava falando de um jeito tão gentil?

Ele ouviu algo fritando na cozinha, e a mulher dava uma risadinha de vez em quando. O homem cerrou os punhos e sentiu um aperto no peito.

Era por isso que ela estava agindo de um jeito tão estranho ontem? Ela até acordou mais cedo...

Nesse momento, ele ouviu Alicia dizer com uma certa urgência. "Ei, não vem pra cá! Agora não é um bom momento! Mais tarde, saio pra te ver, tá bom?"

"Tá bem, não se preocupa... Tudo certo!"

......

"Seja bonzinho e não faça bagunça! Seja obediente, tá?", repetiu ela.

Frederick entrou na cozinha, completamente emburrado. Ele viu que Alicia estava vestindo roupas esportivas enquanto segurava uma espátula. A mulher estava usando fones de ouvido, e ele não imaginou quem a estava fazendo sorrir assim.

Ela fritava ovos e, quando se virou, ficou chocada ao ver a cara feia do marido, que a fez se encolher e rapidamente tirar os fones. Ela agia como alguém que tinha sido pega no flagra fazendo algo de errado.

"Marido? Por que você acordou tão cedo?"

"Fala a verdade, ou quer que eu descubra sozinho? Alicia, eu não esperava isso de você!", rugiu Frederick. Como ela ousava traí-lo? A mulher só podia querer morrer!

"Oi? Q-que verdade?"

Qualquer um perceberia que ele estava furioso. Todavia, Alicia não entendia a razão!

"Você vai continuar fingindo?", perguntou o homem.

Ele apertou os olhos, fuzilando-a com o olhar. "Quem é o seu 'namorado'? Com quem você vai se encontrar mais tarde?"

Foi aí que Alicia entendeu. Ela deu um suspiro de alívio. "Nossa, então foi isso que te deixou bravo!"

'Quase morri de medo!', pensou a mulher.

Ela colocou a mão no peito e se agachou para pegar um pequeno poodle cinza no canto da cozinha. Havia uma linda coleira no pescoço dele. Apesar de estar com um pouco de medo do cachorro, a mulher deu um sorrisinho.

"Marido, esse é o meu 'namorado'? Fui correr de manhã e encontrei ele no caminho. Acho que alguém perdeu o bichinho, e ele começou a me seguir! Liguei pro número na coleira, mas ninguém atendeu. Tive que voltar pra fazer o café da manhã e achei o cachorro tão fofinho que trouxe ele junto comigo. Não queria que ele latisse e te acordasse se ficasse lá fora, por isso tá aqui dentro."

Alicia pretendia devolvê-lo antes que o marido acordasse, mas o dono dele entrou em contato um pouco tarde. Ela não poderia se atrasar para o trabalho, portanto combinou de encontrá-lo outra hora. Ela temia que Frederick descobrisse, por isso ficou nervosa antes.

"O dono acabou de falar comigo e disse que vai vir buscar o bichinho mais tarde, então ele não vai ficar por muito tempo. Mas não fica bravo, ele é muito obediente! Prometo que vai embora logo e não vai sujar o chão."

A mulher colocou o cachorro no chão, fez carinho na cabeça dele e o colocou atrás dela, antes de mandá-lo se sentar.

Foi só então que Frederick entendeu que ela estava conversando com o animal momentos atrás. O tom dela não tinha nada a ver com o que ele havia imaginado. O homem se acalmou e se sentou de repente.

Em seguida, disse: "Estou com fome".

"Tudo bem! Só espera um minuto..."

Após lavar as mãos, Alicia serviu-lhe o café da manhã e colocou pratos deliciosos na mesa, um por vez. Então, secretamente deu um pedacinho de pão com presunto para o cachorro.

Ela fez carinho nele e falou: "Seja obediente enquanto come. Não é pra fazer bagunça nem sujar o chão".

Frederick olhou-a de soslaio enquanto a observava. Ele pegou a xícara de café e bebeu um gole.

Vendo que Alicia tinha ido lavar a louça após dar um pouco de comida ao cachorro, ele ordenou: "Vem comer primeiro".

Será que ela estava com tanto medo dele que não queria comer com ele?

"Não tô com fome. Vou beber só um copo de leite mais tarde.”

'Ele pagaria qualquer coisa? Que generoso!', pensou Chet.

O assistente começou a duvidar de seus próprios ouvidos. Ele encarou Frederick por alguns segundos e perguntou: "Posso perguntar quem o senhor deseja presentear? Quero dizer... Para saber no nome de quem colocar o carro..."

Frederick olhou para ele e ficou em silêncio por um momento antes de responder: "Alicia Blanchard".

"Bem chefe... Você não tem medo de matá-la do coração? Um veículo de qualquer uma das duas marcas vai custar milhões de dólares! Você quer que ela dirija um carro de milhões, recebendo um salário de 30.000 dólares por mês?"

Ela teria dinheiro para pagar os custos mensais do veículo?

"O salário dela é... tão baixo assim?" Frederick ficou visivelmente surpreso.

Chet abaixou a cabeça e não sabia como responder.

"Mestre Clements, sua esposa trabalha em um escritório há anos. Levando em conta a idade dela, o salário é bem alto para o trabalho que ela tem. Se ela souber como economizar, pode ter uma vida bastante confortável na cidade."

"Bem, então coloque o carro em meu nome e dê para ela. Escolha um que seja discreto e que não chame muita atenção. Vá logo!"

“Ok, entendido. Vou resolver isso o mais rápido possível.”

Após pegar de volta o documento, Chet levantou-se e virou-se. No entanto, hesitou um pouco e disse: "Tem um assunto que..."

Ele se perguntou se deveria lhe contar sobre a senhorita Randolph. Ele tinha novidades sobre ela.

De repente, o interfone sobre a mesa tocou. Frederick o atendeu e depois perguntou ao assistente, assim que encerrou a ligação: "Que assunto?"

"Não é nada de mais. Vamos conversar sobre isso quando tivermos mais tempo", respondeu ele. Vendo que Frederick estava de bom humor, ele achou melhor contar em outro momento.

No instante em que o assistente fechou a porta do escritório, Frederick pegou o celular...

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