Ceo Vadia nas alturas Capítulo 2

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Corey, o filho perfeito tão perfeito que na primeira oportunidade de ir embora, ele foi sem pensar duas vezes. Foi aí que minha vida só piorou. O filho perfeito foi embora como se a culpa fosse minha. Enxugo as lágrimas e outras vinham. Deito na cama e encaro o teto. O que faço agora?

Ouço meu celular tocar.

— Oi?

— Aria? - O homem misterioso. Sento na cama. - Você está bem?

— Hum? Sim.

— A sua voz. Você está chorando? — Sua voz ficou mais grave e áspera. - Aconteceu algo?

— Estou bem. - Respiro fundo e minhas palavras soam firmes. - Por que está me ligando? Como tem meu número?

Como esse homem conseguiu meu número? Peguei seu cartão, mas não dei meu número para ele. Houve silêncio no outro lado da linha.

— Como você não me ligou. Dei um jeito de conseguir seu contato.

— O que você quer comigo?

— Quero fazer uma proposta. - Escuto barulho de cadeira sendo arrastada. - Estou levando mais tempo aqui do que o esperado. Comparado ao estado da sua vida julguei que assim que eu aparecer você correria até mim. - Ele faz um barulho com a língua. - Mas isso mostra que você tem dignidade e pensa antes de fazer as coisas. Quero que me encontre aqui no hotel onde estou hospedado.

— Como é o estado da minha vida? Você não sabe nada sobre mim!

— Pai desempregado e viciado em jogos. Duzentos mil, uma dívida bem alta. Sua mãe trabalha como diarista, mas mesmo assim não ganha bem o suficiente para manter a casa. - Ele começa a dizer como se tivesse uma ficha sobre minha em suas mãos. - Você trabalha no restaurante, mas não ganha tão bem assim sendo preciso arranjar mais um emprego no tempo livre que você não tem. - Ele suspira. - Você se dobra em duas e ninguém valoriza o que faz. Talvez um dia você me conte essa história, mas isso não me importa agora.

— Quem é você? - Quase grito. - Por que tenho a sensação que te conheço?

— Porque você provavelmente me conhece. Não finge esta surpresa Aria são informações básicas, a cidade toda sabe disso. - Ele parece estar perdendo a paciência. - Mandarei o endereço do hotel. Vamos nos encontrar no restaurante. Então não, precisa ficar com medo…

— Estará sem boné ou qualquer coisa que tampa seu rosto?

Eu realmente estou considerando ir vê-lo? Escuto uma risada baixa.

— Estarei com boné e óculos. Tem alguns ‘paparazzi’ por aqui.

‘Paparazzi’? Ele é famoso?

— Quer saber? Eu não irei até você. Você vem até a mim. - Desligo.

Começo a digitar o endereço de uma pequena casa noturna que tem aqui na cidade. Sem oportunidades de ‘paparazzi’ se ele realmente for um famoso e sem também ser morta.

[…]

Cumprimento Fernando na entrada da casa noturna, ele é o segurança do lugar. Conheço Fernando a um bom tempo, um dos poucos que não me odeia. Ele liberou uma sala para mim e agradeço por não ter feito perguntas. Ele só me disse para não demorar muito, porque logo precisará da sala para seus clientes. Chegando na sala não consigo ficar parada e comecei a andar de um lado para o outro.

O que estou fazendo? O quão desesperada eu estou? Respiro fundo, passo a mão pela barriga ainda sentindo um incômodo. Chorar não fará sua vida melhorar, Aria. Limpo minhas lágrimas e ajeito a roupa em meu corpo assim que escuto a porta abrir.

— Não dê mais um passo. - Aponto para ele. - Tira esse boné e óculos agora!

Ele fecha a porta atrás de si. Ao contrário da última vez que o vi, hoje ele está todo de preto. Dessa vez de bermuda e um casaco fino. Olho ele de cima a baixo e quando volto a olhar para seu rosto, ele tira o boné e o óculos. Sento no sofá com os olhos arregalados.

Você está brincando comigo. - Olho ao redor. - Cadê as câmeras?

— Agora entende porque tenho que usar? - Ele joga o boné e o óculos na mesa.

Matthew Dawson, dono da empresa TecDaw, o jovem mais bem-sucedido da atualidade. Pouco tempo de empresa seu pai passou tudo para ele e Matthew revolucionou TecDaw. O garoto prodígio é atualmente o solteirão mais cobiçado.

— Dá para parar de me olhar assim? - Matthew passa a mão pelo cabelo, bagunçando.

Fecho a boca e pisquei algumas vezes. Me ajeito no sofá voltando ao normal ou tentando ficar o mais normal possível.

O que Matthew Dawson quer comigo?

Quer ir direto ao assunto? Podemos beber…

Levanto-me e cruzo os braços. Eu vou direto ao

Matthew Dawson, 25 anos. Dono de uma empresa multi-internacional e modelo, modelo não é seu foco, mas aposto que se posar de cueca gera muita grana para revista. - Começo a falar rapidamente. Ele coloca a mão no rosto escondendo um sorriso. Ele está rindo de mim. - Está atrás de Aria Barnes, 22 anos, e não tem onde cair morta. Então sim! Eu gostaria de ir direto

— Aria. - Ele dá um passo na minha direção. Continuo firme no lugar. - A única diferença entre nós é o dinheiro. Dinheiro do qual pode ser seu. Já imaginou você…

Vai direto ao ponto. - Insisto.

Ok. - Ele levanta a mão como se estivesse se rendendo. Matthew me olha sério - Eu preciso de uma família. De um

fundo, mas não consigo. Começo a rir. Ele quer um filho? Comigo? Começo a chorar de tanto rir, mas paro por conta da dor em minha barriga. Faço uma leve

— Já acabou?

- Respiro fundo mais uma vez. - É que achei ter ouvido que você quer um filho, sabe? Comigo. - Volto a rir. Mas ele não riu junto. Vou parando lentamente. - Você está falando

— Estou.

Ai, caramba! - Sento

na poltrona na minha frente com muita elegância e um olhar

mil por mês e uma vida estável por um ano. - Cruzando a perna, com o tornozelo sobre o joelho, Matthew recostou na poltrona. - Não precisa mexer no dinheiro que ganhará. Enquanto estiver comigo, eu

Olho para ele chocada.

tem ideia do que está

— Sim.

ele pode dizer isso com tanta