Naquele momento, Isaac tinha acabado de chegar ao hospital. Ele estacionou o carro, pegou a comida e entrou no prédio de internação.
No entanto, assim que ele chegou ao hall dos elevadores, antes mesmo de apertar o botão, ele foi cercado por vários homens usando camiseta preta, todos altos e fortes.
— Quem são vocês? — Isaac imediatamente ficou em alerta.
— Senhor Cunha. — Um dos seguranças chamou friamente.
— Quem são vocês? O que vocês querem?
— Senhor Cunha, é melhor o senhor voltar. Daqui para frente, o senhor não passa.
— E vocês acham que têm o direito de me impedir de subir? — Isaac se irritou. — Em um país que tem lei, vocês acham que mandam em tudo agora?
— Desculpe, senhor Cunha, até agora nós não fizemos nada demais. Impedir o senhor de subir para não atrapalhar o descanso da paciente é um pedido da família dela.
— Família? É coisa daquele canalha, não é? Quem ele pensa que é? Que direito ele tem? — Isaac ficou ainda mais incomodado só de lembrar daquele homem que vivia barrando-o sempre que ele tentava chegar perto de Lorena.
— Senhor Cunha, controle o que o senhor fala. Até o momento, nós não tivemos nenhuma atitude desrespeitosa. Agora o senhor, sim, já começou a falar palavrão. Falta de respeito costuma ter consequência, senhor Cunha. — Os seguranças mantiveram o tom educado, mas os músculos dos braços deles já estavam prontos para agir.
— O quê? Vocês estão pensando em me agredir? Isso aqui é um Estado de direito! — Isaac percebeu que o círculo em volta dele ficava cada vez mais apertado e que os braços daqueles homens pareciam ficar ainda mais inchados de músculo. Ele não tinha medo. Ele simplesmente não acreditava que, em plena luz do dia, aquela turma ia fazer o que bem entendesse.
O segurança que parecia ser o líder respondeu:
— Não, senhor. Nós somos educados, cordiais e bem razoáveis. A gente nunca ia bater no senhor assim, escancarado, no meio de todo mundo. Nós somos seguranças de classe. Se for para bater, a gente leva o senhor para um lugar mais escondido.
Um grupo de homens com, em média, um metro e noventa de altura que, mesmo que quisessem ser discretos, simplesmente não conseguiam, cercava o espaço, deixando claro, na prática, que, por mais que Isaac insistisse, ele não ia passar por ali.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Cinco Anos de Um Casamento Vazio
Chato,387 capítulos e aurora não foi desmascarada,ta na cara q ela e breno querem o dinheiro de Isaac q o filho é de Breno. Desenrola isso logo já ta chato...
Paraeeiiiiii com esse livro num dá...
Antagônico, Lorena e Isac,kkkkk Sem contexto. Viagem, kkkk...
Pelo amor de deus, capítulo 387 e Aurora ainda não foi desmascarada... Lorena ainda fica atrás do primo, Breno ainda é um pé no saco. E agora Isaac tava na loja de vestido de noiva com aurora, de joelhos pedindo perdão pra avó da Lorena (não pra Lorena) e lembrou do acordo que assinou, dizendo que vai passar tudo pra Lorena e a aurora solta um: e o nosso bebê vai ficar sem nada? O que eu divido que ela estaja grávida, e se estiver duvido que seja do Isaac (já que a autora deu a entender que Isaac apagou de bêbado), chuto dizer que é do Breno......
Ou ela transou com ele dormindo naquele dia que ele estava bêbado, ou o filho é do Breno e não dele, o que eu acho muito mais provável....
Eu só queria o livro todo o ler.. saber quanto e!...
Alguém pode enfiar uma bala bem no meio da cara desse homem ?...
Que antagonismo foi esse?kkkkk...
Eu gostaria que este livro estivesse disponível em sua totalidade para leitura, com o valor total já fixado. O leitor fica preso esperando cada capitulo avulso. No final quanto será pago para ler um livro?...
Alguém tem disponível os capítulos 376 em diante, em PDF?...