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Como uma Fênix, Renasce das Cinzas romance Capítulo 234

Ao mesmo tempo, a sala de reuniões do Grupo Galaxy estava um verdadeiro caos.

"Caramba! É idêntico! Isso aí foi roubado, com certeza!"

"Nem se dão mais ao respeito! Isso é um roubo comercial descarado!"

Qualquer programador que entendesse do assunto sabia que aquelas provas eram irrefutáveis, e o que isso significava.

Gustavo Franco gritou em voz alta: "Segurança! Cadê a segurança? Tirem esses intrusos daqui! Rápido! Desliguem a tela grande!"

Alguns seguranças correram imediatamente em direção ao console.

Mas antes que pudessem se aproximar, Mário se colocou à frente de Aurora, e em poucos movimentos brutais, derrubou os seguranças que tentavam se lançar sobre ela.

Seus gestos eram duros e precisos; por um instante, ninguém conseguiu se aproximar mais de Aurora.

Nelson ficou parado no mesmo lugar, olhando para os dois sistemas exibidos na tela gigante.

Ao redor, tudo era confusão: gritos, xingamentos, o barulho de cadeiras e mesas batendo — ensurdecedor.

Mas era como se ele não ouvisse nada.

Com a testa franzida, só um pensamento lhe ocupava a mente.

Como poderiam ser iguais?

Como isso era possível?

Íris havia lhe dito que Nuvem era fruto do esforço dela, que levou três anos inteiros para concluir.

Ela dissera que alguns problemas técnicos tinham se tornado um verdadeiro bloqueio para ela, e que simplesmente não conseguia superar.

Ele ainda se lembrava de ter usado seus contatos para levá-la, pessoalmente, para conhecer o pupilo mais velho do Dr. Saulo.

Tudo só para ajudá-la a resolver aqueles tais "bloqueios".

De repente, um detalhe que ele havia ignorado cravou-se em sua mente como uma agulha.

Naquela ocasião, o rapaz olhara o código e lhe fizera uma pergunta:

"Esse sistema foi mesmo sua namorada que desenvolveu sozinha?"

Nelson recordava ter assentido sem hesitar: "Sim."

O rapaz não perguntou mais nada, apenas comentou: "Então é realmente estranho", e ficou em silêncio.

Então... era isso.

Então, Íris também havia roubado o Nuvem de Aurora?

De repente, Nelson levantou o olhar e, atravessando a multidão caótica, seus olhos encontraram os de Aurora.

"Gustavo!" O grito de Susana era agudo de tanta raiva. "A Aurora deve ter muito azar mesmo para ter nascido sua filha!"

Aurora estava com tanta dor que não conseguia falar, o suor brotando em sua testa, o rosto completamente pálido.

Susana, tomada de compaixão, a amparou: "Aurora, vamos embora."

Aurora, aguentando a dor no peito, se endireitou apoiada no braço de Susana.

Olhou para o pai por cima do ombro, o olhar cheio de desprezo.

Desviou o olhar e viu Nelson correndo em sua direção.

Ela franziu a testa e disse: "Susana, pegue minha mala, vamos sair daqui."

Susana a segurou com uma mão e pegou a mala com a outra.

"Irmã!" Mário veio correndo atrás delas.

Queria pedir que a irmã esperasse, pois os engenheiros do setor estavam chegando e queriam conversar sobre uma possível parceria.

Mas ao ver o rosto pálido de Aurora e o suor frio em sua testa, engoliu as palavras.

"Vamos primeiro ao hospital." Mário mudou de ideia, o olhar cheio de remorso e culpa.

Aurora não disse nada e, apoiada em Susana, saiu daquele cenário de destruição.

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