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Companheira reivindicada de Alpha romance Capítulo 44

NATÁLIA

Eu odiava isso.

Ricardo continuava desaparecendo. Ele disse que viria me levar para a alcateia dele, mas não estava aqui. Em vez disso, enviou alguns dos guerreiros da alcateia dele para me escoltar, como se eu fosse uma boneca de pano que ele podia jogar para todo lado.

Eles até trouxeram roupas femininas e disseram:

— O Alfa pediu que preparássemos isso para você, Luna. Se precisar de algo mais, é só nos avisar que nós traremos.

— Se precisar de algo, avise-nos, Luna. — O homem à minha frente disse pela terceira vez.

Primeiro, todos continuavam me chamando de Luna, o que era tão estranho de ouvir e ainda mais difícil de me acostumar.

Segundo, eu não precisava de nada além de ficar de mau humor em paz.

— Estou bem. Obrigada. — Eu sorri e respondi educadamente.

Não importava quão irritada eu estivesse, não deveria descontar isso neles. Eu sabia disso.

Suspirei e cruzei os braços sobre o peito. As portas do elevador se abriram com um som de "ding" e os dois homens saíram, seguidos de mim, que estava de mau humor.

Aparentemente, as portas do elevador também podiam ser abertas com um cartão de acesso. E Ricardo, o filho da puta, não me disse isso e me deixou trancada.

Pensando bem, ele nem veio o dia todo, quando disse que viria. E agora, já era noite e ele ainda não estava aqui.

Ele estava me irritando.

Os dois homens me levaram até o estacionamento e pararam ao lado do Bentley preto.

— Você sabe algo sobre meus... Amigos? — Perguntei relutantemente.

— Nós os escoltamos para a nossa alcateia no início da manhã de hoje, Luna. — Um deles me informou, em um tom educado.

Acenei com a cabeça. Eu era a única que ficou aqui. Soltei o folêgo.

— Então é aqui que você está se escondendo. Ela estava dizendo a verdade. — Uma voz sibilou de algum lugar atrás de mim.

Meus cabelos se arrepiaram. Os guerreiros à minha frente pararam e instantaneamente se viraram.

Eles avançaram e passaram por mim para me proteger.

Eu permaneci parada no mesmo lugar, incapaz de me virar para dizer ou fazer qualquer coisa.

— Natália, querida. Onde você achou que poderia se esconder depois de me acusar assim? — Ele sussurrou.

— Afaste-se dela. Este é o nosso território. — Um dos guardas afirmou.

Reunindo coragem, virei-me e encarei-o. Meus olhos analisaram os sete guerreiros ao redor dele, todos jovens e ferozmente treinados - Eu os conhecia.

— Este é território neutro. — Henrique sorriu.

Meu coração acelerou. Que porra ele queria agora?

— Venha aqui. — Ele gesticulou para mim com o dedo indicador.

— Fique longe dela. — Os dois homens enviados para me proteger avançaram.

Eles imediatamente começaram a lutar, evitando se transformar no estacionamento e serem pegos por algum humano.

Olhei para os dois homens tentando lutar contra sete deles. Não demorou muito para perceber que não havia como eles segurarem os outros.

Perdida ao observar-os preocupadamente, não percebi quando Henrique veio até mim e agarrou meu pulso com uma força que parecia quebrá-lo.

Capítulo 44 1

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