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Contrato de Casamento com o Mafioso Cruel romance Capítulo 116

Ivan

Ekaterina estava nos meus braços, nua e com as feições de prazer ainda entranhadas em seu rosto. Deslizei meus dedos pelos lábios cheios e rosados, mesmo dormindo ela sorriu. Agora, tendo-a assim tão entregue, fico me perguntando como passei tanto tempo sem essa mulher. Parece bobo da minha parte, mas acho que depois que me apaixonei por ela foi um caminho sem volta. Não me vejo longe dessa mulher, não me vejo mais sem ela.

Agora, uma coisa que está me deixando irritado é saber que aquele professorzinho de *merda quer o que é meu. está estampado na cara dele as verdadeiras intenções. Sei que Ekaterina gosta dele como um amigo, mas isso não me impede de fazer com que ele suma.

Ela resmungou um pouco e logo virou pro lado. Levantei da cama e tomei um banho frio, só de te-la perto já é motivo suficiente para ficar duro. Se ela não tivesse apagado ontem eu teria feito uma loucura e estaria até agora *transando feito um doido. Ela é inexperiente, mas tem uma sentada espetacular.

Me sequei e coloquei uma roupa despojada, passei um perfume amadeirado e coloquei meu relógio de ouro.

_ Me leve naquele endereço.

Ordenei ao soldado. Outro carro nos seguiu, a essa hora o professorzinho não está em casa então foi fácil entrar sem que ninguém nos visse. Mandei que vasculhassem tudo, mas com cuidado para não deixar nenhuma pista de que estivemos aqui. Uma pasta preta com divisórias me chamou a atenção no meio das roupas dele. Abri e vi que é algum tipo de parecer de cada aluno, e entre eles estava uma foto e um parecer de Ekaterina. Provavelmente deve ter a ver com as notas trimestrais, mas o fato de ter uma foto dela ali acabou me deixando muito incomodado. Será que ela posou pra essa foto? Será que ela sabe ? O ciúmes começou a corroer meus neurônios e se um dia eu julguei a insanidade do Lobo, eu me arrependo!

_ Mudança de planos, coloquem fogo em tudo !

O soldado me olhou por alguns momentos e meu olhar em resposta foi tão feroz que ele abaixou a cabeça e repassou a ordem para os outros. Não demorou muito e dois soldados entraram com dois galões de gasolina, espalhando o líquido por todos os lados. Fiquei observando a foto da minha mulher, nem eu tenho uma foto assim, que filho da *puta !

Revirei mais alguns papéis, mais alguns arquivos mas não havia mais nada então saí da casa. Antes que meu carro dobrasse a esquina observei pelo retrovisor as chamas e a fumaça se alastrar. Sorri bem satisfeito e dirigi para a minha boate.

_ Bom dia senhor.

_ Bom dia !

A recepcionista me olhou incrédula, eu nunca respondo mas me sinto feliz com meu pequeno ato de posse. Subi as escadas cantarolando mas parei abruptamente ao ouvir um barulho estranho vindo debaixo das escadas. Desci novamente, com a foto da minha esposa nas mãos e um sorriso *travesso no rosto que logo sumiu.

_ Que porra ta acontecendo ?

Um dos soldados estava segurando a mulher que ajudei pelo pescoço, prensando-a contra a parede. Ela já estava vermelha e sem ar. Ao ouvir minha voz ele a libertou.

_ Essa *puta está negando serviços, senhor.

Respondeu ele, indignado.

_ E desde quando ela é obrigada a aceitar servir a você?

Perguntei irritado. Ele franziu a testa e ficou em silêncio. A mulher levantou do chão e saiu correndo para o banheiro mais próximo. Virei as costas e fui em direção ao meu escritório. Vai ser *foda mudar a visão dos membros da nossa máfia, vai ser um caminho e tanto a percorrer.

(...)

_ IVAN!

A voz da minha mulher ecoou pelos corredores da boate e logo sua silhueta perfeita apareceu na minha frente. Me levantei da cadeira rápido como se tivesse sido pego em flagrante.

_ O que faz aqui?

Perguntei com os olhos arregalados.

_ Foi você que colocou fogo na casa do meu professor ?

Perguntou ela com os braços cruzados. Com esse vestido rosa ela parece uma barbie.

_ Ahm..

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