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Contrato de Luxúria - A Virgem romance Capítulo 28

Valéria:

— Tá com medo de mim?

— Não, só detesto homens arrogantes e que se acham demais.

— Adoraria quebrar essa sua marra, sabia? Já disse que quando se cansar dos Romano, estou à disposição!

— Jamais trocaria ouro por cascalho. Passar bem, Sr. Arrogante!

— Garota, adoro ser desafiado! Você é minha meta!

— Acho melhor manter distância. Tenho três namorados muito ciumentos. Seria uma pena sua amiga ter que costurar essa sua cara de babaca!

Saímos o deixando ali com cara de idiota. "Por fora bela viola, por dentro pão bolorento", como sempre diz minha amiga brasileira, a Aline.

— Amiga, o que foi aquilo? — Cami perguntou.

— Um idiota babaca que se acha o dono do mundo!

— Amiga, aquele é Matteo Bellini, o bilionário italiano! — disse Cassandra.

— Ele tem negócios com o Kael, o vi algumas vezes na empresa.

— E o que tem isso?

— Maluca, você desafiou o cara. Imagino que ele tenha ficado putaço e vai querer bancar o conquistador — disse Cami.

— Vai ficar querendo, tenho três e já é o suficiente! E eu lá sabia que o cara do chicote era ele! E, que eu saiba, não pode se meter com submissa de outro dominador.

— Amiga, você mesma contou que eles te apresentaram como mulher e não como submissa! Não há contrato algum — Cami afirmou.

— Que merda, mais uma vez esse assunto de contrato para me assombrar. E onde está o respeito à mulher do próximo? Já perdeu a graça esse passeio. Aquele despacho de encruzilhada tinha que aparecer?

— Amiga, você está bastante abrasileirada! É a convivência com a Aline — Cami disse, dando uma risada.

— Em breve a apresento a você, Cassandra. É outra que tem um parafuso a menos, igual a gente!

Descemos sorrindo. Apesar do despacho atrapalhar a noite, estava me divertindo muito.

— Bora para o restaurante? Antes, temos que descobrir onde fica. Esse passeio perdeu a graça e foi uma péssima ideia. Nem conhecemos as suítes temáticas! Dizem que tem até uma com tema guerra nas estrelas.

Perguntamos a uma moça onde ficava o restaurante desse andar, ela nos indicou e fomos pra lá. Resolvemos as três ligar para os Romano. Não tinha graça alguma conhecer esse lugar sem eles!

Valéria: Tô carente, não tem graça esse passeio sem vocês! Vêm me buscar?

Valéria: Cassandra e Cami tão ligando para os irmãos de vocês!

Dante: Tá tudo bem?

Valéria: Sim, só vem logo. Acho que a caipirinha tá fazendo efeito.

Dante: Impossível, você só bebeu uma taça!

Valéria: Como você sabe?

Dante: Estávamos de olho o tempo todo. Câmeras, baby. E vimos que tomaram água o suficiente para não restar uma gota de álcool no organismo.

Cami pegou o Salvatore pelo colarinho da camisa e lascou um beijão nele.

— Bora conhecer a tal suíte, Valéria me convenceu que a experiência pode ser inesquecível se eu comandar e pode ter certeza que sei dar ordem como ninguém — ela disse, piscando pra mim.

— Minha morena, assim você vai me matar. — Salvatore a pegou e saiu correndo, acho que com medo dela mudar de ideia!

— Acho que nós quatro sobramos! Tô louca pra subir, tô sentindo uma falta da nossa cama!

— Como senti falta dessa sua ousadia, meu amor! — Dante me deu um beijo quente, sua língua brincando em minha boca, me enchendo de tesão.

— Acho melhor se acostumar, porque terão que me aturar por algum tempo.

— O que você quer dizer? — disse Lucca.

— Quero dizer que vim pra ficar. Vocês confiaram em mim ao deixar que viesse com minhas amigas. É a minha vez de confiar em vocês! Amo os três e não é pela taça de vinho ou a caipirinha!

Lucca me pegou nos braços e seguimos para o elevador. Ah, se esse elevador falasse!

— Acho bom essas câmeras estarem desligadas, pois o que vou fazer com vocês aqui não será nem um pouco inocente.

Enrico acionou o elevador para que não parasse em nenhum outro andar a não ser a cobertura, apesar de não achar necessário. Duvido Kael ou Salvatore irem embora tão cedo!

Tirei meu vestido e minha calcinha, enquanto eles se despiam velozes. Joguei-me nos braços do Lucca, enlaçando minhas pernas em seu corpo. Senti ele me penetrar lentamente. Meu tesão estava no limite. Senti quando Enrico chegou por trás e foi me penetrando lentamente também, usando minha excitação para lubrificar.

Foram poucas estocadas e já estava gozando em desespero. Nunca imaginei ser possível gozar com sexo anal. Não só é, como é maravilhoso e ainda mais duradoura a sensação de frenesi com a dupla penetração. Estou amando ser duplamente fodida!

Os movimentos eram lentos e profundos. A cada estocada, Enrico mordia meu pescoço, alisando meu corpo, enquanto Lucca me tirava o fôlego em um beijo ardente. Ver Dante se masturbando, me vendo ser fodidamente traçada naquela posição, só me deu ainda mais prazer, estava totalmente entregue.

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